quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

(NOVOS*) Cursos para os associados e associadas ao Sindicato

Fenae e Contraf-CUT  oferecem cursos gratuito para os/as bancários/as associados/as aos seus Sindicatos e seus dependentes



Companheiras e companheiros,

Os bancos exigem  qualificações dos seus empregados e em muitas vezes não oferecem a oportunidade. Por isso, em continuidade à busca por iniciativas para ampliação da oferta de serviços às bancárias e aos bancários sindicalizados das entidades de base e a seus dependentes, informamos que foi celebrado convênio entre a Contraf e o Instituto Fenae de Responsabilidade Social para oferecer cursos em modalidade de Ensino à Distância dedicados à formação e à preparação para obtenção de capacitação e certificação em diversas áreas, conforme listados abaixo.
           
A parceria prevê, além da possiblidade de inscrição e execução nos módulos sem geração de custos aos interessados, a utilização das certificações para atender necessidades profissionais de acordo com os interesses de cada participante.
           
Importante
Todas as tratativas para acesso e cadastramento à plataforma será organizado pelo Sindicato de base.
           
Relação de cursos disponíveis

  • CPA 10;
  • CPA 20;
  • CEA;
  • CA 600; Bancos Públicos no Brasil;
  • FBB 200;
  • Introdução ao Mundo dos Vinhos;
  • MasterMind: “Desenvolvendo uma mente poderosa”;
  • Inglês Básico e
  • Cozinha Básica;
  • Como falar em público;*
  • Cerveja;*
  • Oratória;*
  • Sobremesas para Confeitaria Básica;*
  • Cozinha Criativa;*
  • Espanhol Básico;*
  • Investimento Inteligente;*
  • Escrita Criativa;*
  • FBB 150;*
  • Matemática Financeira com uso da HP12C na prática.*

Novos* Cursos oferecidos e os interessados podem se inscrever no máximo em  dois (02) Atualizado em 30/01/2019 .

Esse convênio se mostra como mais uma alternativa de aproximação do sócio ao sindicato e mais um mecanismo de diálogo sobre os temas gerais de interesse da categoria e da classe trabalhadora.

Formulário para os cursos 

Venda do Banco do Brasil vai encarecer alimentos

Preço da carne será apenas o começo da alta dos custos dos alimentos, caso o banco seja privatizado



Se o governo Bolsonaro privatizar o Banco do Brasil, como vem sendo anunciado pela imprensa, os aumentos dos preços da carne bovina, de porco e de frango podem ser apenas o começo da alta dos preços dos alimentos, segundo a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. “A alta pode atingir toda a cesta básica, uma vez que quase 70% de toda a carteira de crédito rural é de responsabilidade do banco”, disse.

Um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base em dados do Banco Central, aponta que, em fevereiro de 2019, 72,9% da carteira de crédito rural era de responsabilidade dos bancos públicos, com destaque para o Banco do Brasil e para o Banco do Nordeste.

Por isso, para a representante eleita pelos funcionários para o Conselho de Administração do Banco do Brasil, Débora Fonseca, a privatização do Banco do Brasil prejudicaria toda a cadeia produtiva da agropecuária. “O financiamento, obviamente, ficaria mais caro. Com isso, a agricultura familiar seria inviabilizada. O custo da produção aumentaria e isso seria repassado para os preços dos alimentos que chegam à mesa da população brasileira, que é quem pagaria o ‘pato’ por essa política inconsequente de redução do Estado, que vem sendo implantada pelo atual governo”, disse.

A grande concentração da carteira de crédito rural nas mãos do Banco do Brasil não se dá pela falta de concorrência, mas sim porque o banco oferece os menores custos de financiamento para os produtores rurais e também porque, como banco público, tem como princípio a disponibilização do crédito para o desenvolvimento econômico e social do país. “Os bancos privados não têm como prioridade o desenvolvimento do país, eles visam lucro. Por isso, cobram taxas altas, não se importam em fechar agências em cidades que, para eles, não trazem retorno financeiro e tampouco com o oferecimento de crédito para todos os segmentos econômicos e regiões do país”, observou a presidenta da Contraf-CUT.

Os bancos privados não são proibidos de oferecer crédito rural, mas não o fazem porque querem cobrar taxas acima das que são oferecidas pelos bancos públicos, como o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, os maiores detentores da carteira.

“Por isso, ao contrário do que alguns podem pensar, a privatização do Banco do Brasil não vai reduzir os spreads e muito menos aumentar a concorrência. São os bancos públicos, quando bem utilizados, que servem como ferramenta de desenvolvimento econômico e de redução das taxas de juros. Com a privatização, o governo perderá o controle sobre essa importante ferramenta de controle da economia do país”, explicou a presidenta da Contraf-CUT, se contraponto à afirmação do deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, José Mario Schreiner (DEM-GO), em entrevista concedida ao jornal Valor Econômico.

Desmonte do BB

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, mesmo que o governo negue a intenção de privatizar o Banco do Brasil, esta privatização já vem ocorrendo de forma fatiada. “O banco já vendeu sua participação na resseguradora IRB, na BB Seguridade, na Neoenergia, na Cibrasec e na SBCE. Além disso, fez oferta secundária de ações, mantendo apenas no limite o controle da instituição”, lembrou Fukunaga.

A representante dos funcionários no CA do Banco do Brasil afirmou ainda que nem do ponto de vista mercadológico faz sentido privatizar o Banco do Brasil. “É bom salientar que o Banco do Brasil não traz prejuízo para o Estado, pelo contrário, rendeu à união mais de R$ 32 bilhões nos últimos 10 anos”, disse Débora. “Então, não podemos aceitar nenhum tipo de ataque, nenhum tipo de tentativa de acabar com o banco”, completou.

Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT cobra respeito aos empregados e fim de reestruturação na Caixa

Diversas denúncias dão conta que o banco vai extinguir os cargos de tesoureiro e caixa; aqueles que não conseguirem se encaixar em uma gerência serão descomissionados



A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) entrou em contato com a Caixa Econômica Federal, nesta terça-feira (3/12), reivindicando uma reunião para esclarecer e debater sobre informações de uma possível reestruturação do banco, com poder para afetar as condições de trabalho dos empregados do banco.

“O compromisso acordado é de haver reuniões a cada dois meses e a última foi realizada em outubro. Além disso, consta em nosso acordo coletivo que, em caso de reorganização da rede, é preciso haver reunião com a representação dos empregados”, disse o coordenador das Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Dionísio Reis.

“No entanto, sem nem ao menos informar os representantes dos empregados, houve uma reunião da Vidan (Vice-presidência de Distribuição, Atendimento e Negócios) para debater a restruturação da rede de varejo, com realocação das carteiras de clientes, a criação de um novo cargo de gerente e a extinção do de tesoureiro”, criticou, explicando que quem ocupa o cargo que será extinto terá que concorrer às vagas de gerente que forem criadas. Caso não consigam uma vaga, não terá mais o cargo e, assim, perderá a comissão.

Em contato por telefone, a direção do banco não confirmou as mudanças, alegando que se tratava apenas de um teste para ver a opinião dos empregados e que nenhuma alteração foi votada ainda. O banco também se negou a cumprir a agenda de reuniões bimestrais, pedindo que a reunião fosse marcada apenas para o dia 15/01.

“A direção do banco optou em desmontar em junho de 2016 a carreira de caixa, criando o caixa minuto e na prática tem parado de efetivar tesoureiros. Isso além de prejudicar os empregados prejudicou a população que sofre com os efeitos decorrentes da sobrecarga de trabalho e da consequente perda de qualidade do atendimento. A população precisa, por vezes, ter que utilizar os serviços dos correspondentes bancários”, ressaltou Dionísio.

Mobilização

Para a secretária de Cultura e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com o banco, Fabiana Proscholdt, é importante que os sindicatos e federações fiquem atentos para mobilizar os empregados. “O que parece é que está tudo pronto para ser implementado. Isso gera sobrecarga e tensão nos funcionários, que ficam sujeitos a erros. Os sindicatos devem mobilizar os trabalhadores para juntos impedirmos que isso aconteça”, disse sugerindo que os sindicatos orientem os empregados a utilizarem os canais internos do banco para cobrar a direção da Caixa, participem das atividades de protesto e mantenham os sindicatos informados sobre suas opiniões pessoais.
Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Bancos fecharam 6.379 postos de trabalho em 2019

A única faixa etária na qual houve mais contratações do que demissões é justamente a que seria afetada pela MP 905/2019 e teria seu salário reduzido; graças à negociação dos sindicatos estes trabalhadores terão a garantia de manter o piso da categoria bancária



Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), aponta que os bancos fecharam 6.379 postos de emprego entre janeiro e outubro de 2019. Desde 2013, os bancos já acumulam saldo negativo de 66.985 mil postos.

O resultado de 2019 é decorrente, principalmente, dos programas de desligamentos voluntários abertos pelos bancos. Foram registradas 29.610 admissões e 35.989 desligamentos no período.

Os maiores saldos negativos foram registrados no Rio de Janeiro (-1.699 postos), no Rio Grande do Sul (1.072 postos fechados) e no Distrito Federal (-804 postos).

A análise por setor de atividade econômica revela que os bancos múltiplos com carteira comercial, como o Itaú, o Bradesco, o Santander e o Banco do Brasil, foram responsáveis pelo fechamento de 6.684 postos no período.



Emprego Verde Amarelo

Somente na faixa etária entre 18 e 29 anos houve saldo positivo, com criação de 10.765 postos de trabalho. Graças à negociação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e das federações e sindicatos que fazem parte do Comando Nacional dos Bancários, estes trabalhadores têm a garantia de que seus salários serão mantidos conforme definido na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e não serão limitados a R$ 1.500,00, como determina a Medida Provisória (MP) 905/2019.

Em todas as faixas etárias acima de 30 anos, o saldo de emprego nos bancos foi negativo, com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, na qual houve fechamento de 9.799 postos. Mas, nas faixas entre 30 e 39 anos e entre 40 e 49 anos, também foi grande o saldo negativo (-3.479 e -3.478 postos fechados, respectivamente).



Desigualdade de gênero

Os dados mostram, ainda, que as 13.575 mulheres admitidas nos bancos entre janeiro e outubro de 2019 receberam, em média, R$ 3.926,70. O valor corresponde a 75,9% da remuneração média auferida pelos 16.035 homens contratados no período. Ao se analisar os salários na data de desligamento, constata-se que a desigualdade de gênero se amplia durante a carreira bancária. As 17.572 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.997,95, o que equivalia a 73,3% da remuneração média dos 18.417 homens desligados dos bancos no período.

Fonte: Contraf-CUT


Contraf-CUT orienta sindicatos a divulgar pesquisa sobre PCMSO

Proposta surgiu para avaliar diagnóstico dos serviços médicos dos bancos
A resposta de cada um de nós é fundamental!
É a nossa saúde em primeiro lugar!




A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) orienta os sindicatos a divulgar o link de consulta à base sobre a qualidade do serviço prestado no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
A proposta de consulta surgiu após o movimento sindical receber relatos de atendimento realizado de forma superficial e fora dos padrões exigidos pelas normas de saúde e protocolos médicos. O público da consulta será composto por todas as bancárias e por todos os bancários da base das entidades. 
Em todos os bancos analisados há relatos de atendimento realizado de forma superficial e fora dos padrões exigidos pelas normas de saúde e protocolos médicos.

Para aprofundar o conhecimento das denúncias apresentadas foi proposta a realização de uma consulta à base para que essas informações sejam coletadas organizadamente através de um questionário.

O público desta consulta será composto por todas as bancárias e por todos os bancários da base das entidades.

Trata-se de um questionário em formato eletrônico, que, além da identificação da base (município ou nome do sindicato) trará a opção de escolha do banco e apresenta 10 (dez) questões a serem respondidas. O trabalhador não necessitará se identificar nessa Consulta.

O questionário está disponível no link: 

Para o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Mauro Salles, é importante que todos participem. “Pedimos a colaboração de todos para que tenhamos ampla participação na consulta para termos um diagnóstico dos serviços médicos dos bancos, pois o nível de adoecimento é preocupante e precisamos de uma efetiva prevenção”, afirmou.
O prazo para utilização do link se encerra no dia 20 de dezembro de 2019. Os resultados do questionário serão objeto de estudo pelo Comando Nacional dos Bancários e pelo Coletivo Nacional de Saúde.
Fonte: Contraf-CUT