sábado, 16 de novembro de 2019

Comando Nacional dos Bancários conquista suspensão da MP 905 (dê sua opinião sobre a MP 905)

A aplicação da MP está suspensa até a próxima negociação, dia 26, com compromisso de não aplicação






O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta quinta-feira (14) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para tratar da Medida Provisória 905/2019, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na última segunda-feira (11). O Comando Nacional conseguiu segurar a implantação da Medida até que seja concluída a negociação com a representação da categoria. A próxima reunião será realizada no dia 26.


Fomos negativamente surpreendidos pela publicação desta MP, que é, na verdade, um aprofundamento da reforma trabalhista”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.


Para Juvandia, o texto da MP não deixa dúvidas de que alguns artigos foram incluídos a pedido dos bancos. “É a falácia do Estado Mínimo, que na verdade só é mínimo para o povo e máximo para os bancos”.


Durante a reunião desta quinta-feira, o Comando deixou claro que que repudia os pontos da MP e que não vai aceitar o trabalho aos sábados; nem a extensão da jornada para 44 horas semanais. Tampouco serão aceitas as alterações estipuladas pela MP que permitem a negociação da PLR sem a participação das entidades sindicais e que desrespeitem os pisos salariais da categoria, definidos na CCT.


Os bancos pedem para que a gente negocie com eles antes de entrarmos com ação judicial ou tomar qualquer outra medida sindical. Mas, eles desrespeitam esse acordo e vão tratar direto com o governo. Não podemos admitir isso”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que coordena o Comando Nacional dos Bancários, Ivone Silva.


Os bancos cederam à pressão do comando e concordaram com a suspensão da aplicação da MP até a nova negociação.


A proposta do Comando é construir um aditivo à CCT, válido até dezembro de 2020, que garanta todos os direitos da categoria e neutralize a MP em todos os pontos que atingem os bancários.


A comissão de negociação dos bancos se comprometeu a defender perante o setor a assinatura deste aditivo. Dia 26, serão debatidos os detalhes do texto do aditivo à CCT.


O Comando orienta aos sindicatos para organizar e manter a categoria mobilizada e atenta.


Fonte: Contraf-CUT


Bancário, dê a sua opinião sobre a MP 905

Site do Senado está com consulta aberta sobre medida provisória que acaba com jornada de seis horas e permite trabalho aos sábados, domingos e feriados, além de autorizar que empresas estabeleçam unilateralmente as regras de pagamento da PLR.
Cadastre o número +5522981264790 para receber mensagens sobre MP 905 e outros assuntos pertinentes a categoria bancária e classe trabalhadora

Mobilização dos empregados garante jornada de seis horas há 34 anos

Categoria mostra sua força até hoje

A força da mobilização dos empregados da Caixa é histórica e já que é quinta-feira, merece ser #TBT. Ainda mais hoje, um dia depois do banco público pegar a todos empregados de surpresa ao enviar um comunicado de que “já estão em curso” as medidas para a “implementação da jornada legal” de 8 horas para todos os bancários, exceto os caixas, atendendo ao que determina a MP 905/2019, assinada pelo governo Bolsonaro na última segunda (11).
O comunicado foi revogado na sequência, depois do Comando Nacional dos Bancários pressionar a Federação Nacional dos Bancos para discutir as mudanças em reunião. O resultado do encontro encerrado na tarde desta quinta-feira no Rio de Janeiro, aliás, foi positivo para a categoria. O Comando tirou uma série de orientações aos sindicatos para organizar e manter a categoria mobilizada e atenta.

O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionísio Reis, lembrou que a jornada de seis horas e o não trabalho aos sábados são conquistas dos bancários brasileiros que se somam a outros direitos que os trabalhadores conseguiram preservar, mesmo com a pressão dos governos liberais para revertê-los. “Os empregados da Caixa lutaram nos anos 80 pela jornada de seis horas e para serem reconhecidos como bancários. Agora esse governo boçal ataca direitos históricos”, protestou Dionísio.

Greve histórica por seis horas

Em 30 de outubro de 1985, os empregados da Caixa Econômica Federal deflagraram greve nacional pela efetivação da jornada de seis horas e pelo direito à sindicalização. Naquela ocasião, os braços foram cruzados para que os trabalhadores do banco fossem reconhecidos, de fato e de direito, como integrantes da categoria bancária.

A paralisação durou 24 horas e atingiu agências e unidades da Caixa de todo o país, com adesões de praticamente 100% dos trabalhadores. Foi o primeiro movimento de alcance nacional na história do banco. Foi um marco ao inaugurar, em termos definitivos, o movimento organizado dos empregados.

Como tudo começou

A greve pelas seis horas foi construída a partir da mobilização dos auxiliares de escritório, que buscavam ser enquadrados como escriturários na carreira técnico-administrativa. As atividades atribuídas aos auxiliares de escritórios eram iguais às exercidas pelos escriturários, mas o piso para a nova função correspondia à metade do salário de ingresso previsto no Plano de Cargos e Salários (PCS).

Na tentativa de enfraquecer a mobilização dos auxiliares de escritório, a Caixa realizou, em um primeiro momento, a maquiagem da mudança do nome da função para escriturário básico (EB) e depois um novo remendo com o Processo Seletivo Interno (PSI), mas a distorção e o rebaixamento salarial jamais foram solucionados.

Já a jornada de seis horas, com a greve de 30 de outubro de 1985, foi equacionada. A Câmara dos Deputados encaminhou, em regime de urgência urgentíssima, a votação do Projeto de Lei 4.111-A, de autoria do então deputado Léo Simões, que estendia também aos empregados da Caixa o direito à jornada de seis horas, conquistada pela categoria bancária desde 1933.

A lei foi sancionada pelo então presidente José Sarney em 17 de dezembro de 1985. O “Diário Oficial da União” do dia seguinte trazia também a garantia do direito à sindicalização, viabilizada com a alteração do parágrafo único do artigo 556 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

#TBT

Tbt é uma gíria popular que significa throwback Thursday, e pode ser traduzida do inglês como quinta-feira do retorno ou quinta-feira do regresso. A gíria, simbolizada por #tbt, é utilizada pelos usuários de redes sociais como hashtag para marcar fotos que se refiram ao passado e/ou que deem saudades.
Fonte: Contraf-CUT

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Justiça proíbe transferência compulsória no BB e Bolsonaro e Paulo Guedes querem entrega o BB aos gringos

Contraf-CUT solicitou a abertura de um processo de negociação, no último dia 22 de outubro



A juíza Michele do Amaral, da 9ª Vara do Trabalho de Campinas, concedeu no dia 12 de novembro liminar em ação civil pública, ingressada pelo Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, na qual proíbe o Banco do Brasil de realizar transferências compulsórias de “caixas e escriturários, exceto para agências dentro da mesma praça”. E mais: a juíza da 9ª Vara Trabalho de Campinas entendeu que os funcionários transferidos compulsoriamente “não se enquadram nas hipóteses previstas no artigo 469 da CLT”. Em negociação com os sindicatos, no dia 29 de outubro, o BB disse estar respaldado no parágrafo terceiro do citado artigo da Consolidação das Leis do Trabalho.
Quanto à mudança na Instrução Normativa (IN), a juíza Michele do Amaral caracterizou como “alteração contratual lesiva, vedada no artigo 468 da CLT”.  A juíza da 9ª Vara do Trabalho de Campinas estabeleceu multa diária de R$ 500 por empregado, caso o BB descumpra a liminar.  Vitória em primeira instância. O banco, claro, pode recorrer.

Histórico

Diante do descumprimento de acordo verbal e recusa em manter aberto o diálogo sobre o tema, o sindicato decidiu ingressar uma ação coletiva na Justiça contra o Banco do Brasil para preservar, garantir os direitos dos funcionários transferidos compulsoriamente.
Em negociação com os sindicatos, no dia em que lançou o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), 29 de julho, via videoconferência, o BB assumiu compromisso em não realizar transferências compulsórias para fora dos municípios onde estão localizadas as unidades de trabalho dos funcionários. Para surpresa geral, no último dia 21 de outubro o banco promoveu a primeira rodada das também chamadas “remoções” pós PAQ, envolvendo 577 funcionários; desse total, 206 foram transferidos. Os demais foram excluídos da lista por serem Pessoas com Deficiência (PCDs), adoecidos, entre outros motivos. A segunda rodada de transferências aconteceu no último dia 28 de outubro, atingindo 467 funcionários. A terceira ocorreu no dia 4 deste mês de novembro.
Para executar as transferências, o BB chegou ao ponto de mudar por duas vezes a Instrução Normativa (IN), em curto espaço de tempo. As transferências eram permitidas dentro dos limites dos municípios. Na primeira mudança da IN, as transferências poderiam ser dentro dos limites da região metropolitana e de seus municípios limítrofes. Já na segunda mudança, o banco extinguiu os limites.
Para preservar os direitos dos funcionários, a Contraf-CUT solicitou a abertura de um processo de negociação, no último dia 22 de outubro. Reunido com a CE-BB, na sede do Sindicato dos Bancários de Brasília, no dia 29 do mesmo mês, o banco se limitou a informar que as transferências iriam continuar e que está respaldado no parágrafo terceiro do artigo 469 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O que diz a CLT

O citado parágrafo terceiro do artigo 469 da CLT diz: “Em caso de necessidade de serviço o empregador poderá transferir o empregado para localidade diversa da que resultar do contrato, mas, nesse caso, ficará obrigado a um pagamento suplementar, nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) dos salários que o empregado percebia naquela localidade, enquanto durar essa situação”.
Art. 468 – Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia.
Fonte: CONTRAF - CUT


Diretamente do Conversa Afiada

Bolsonários seguem a cartilha tucana da privataria e (des)governo se prepara para entregar o BB aos estrangeiros

Entregar o patrimônio nacional à iniciativa privada é um grande desejo do governo que aí está.
O ministro (sic) Paulo Guedes, esse arauto do neolibelismo, por exemplo, é um grande defensor da privataria ampla, geral e irrestrita.
O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, já defendeu vender uma estatal por semana.
Em maio, durante visita aos EUA, ao lado do próprio Jair Messias, Guedes falou abertamente em entregar o Banco do Brasil a interesses estrangeiros"vamos procurar fazer uma fusão entre o Banco do Brasil e o Bank of America", disse o ministro (sic) da Economia (sic).
Agora, tal plano parece estar mais próximo de se concretizar.
O jornalista Vicente Nunes, em seu blog no Correio Braziliense, informa que "os planos de privatização do BB seguem a passos largos".
O atual presidente do BB, Rubem Novaes, é um personagem discreto, que não faz nenhuma propaganda do plano de privataria do governo Bolsonaro: já vendeu a participação do banco na resseguradora IRB Brasil e na Neoenergia, fechou a agência de turismo BBTur e já anunciou que irá se livrar do BB Banco de Investimentos, da gestora de recursos BB DTVM e da subsidiária do banco nos EUA, a BB Américas.
Tais cortes na estrutura do banco servem para facilitar a venda do patrimônio público. É uma velha estratégia dos tucanos que os bolsonários abraçaram: sucatear para privatizar.
E tem mais: o governo Bolsonaro tem comprador preferencial!
Não quer entregar o Banco do Brasil a uma empresa do... Brasil!
Segundo Vicente Nunes, "está claro para todos no BB que, quando a privatização do banco chegar, a preferência será por um comprador estrangeiro".
Será que o nome irá mudar, também, para Bank of Brazil
Palavra do Presidente

Sempre afirmamos que o Golpe de 2016 nunca foi contra a corrupção, mas contra um projeto de país para todos, principalmente para os mesmos que sempre foram explorados desde 1500.

O ódio a este projeto foi personificado em um partido e seus membros e amplamente divulgado pela mídia para chegarmos a este momento de entrega do patrimônio do povo brasileiro, de retirada de direitos, de violência contra as minorias, de empobrecimento...

Quando a democracia se fragiliza, o que resta é a ditadura e o fascismo. Ambos são faces da mesma moeda e serviçais do poder financeiro que sempre se apropriou do estado e da exploração da classe para acumular mais riqueza e aumentar a desigualdade.

Max José Neves Bezerra
Presidente SEEB Nova Friburgo e Região
WhatsApp +5522981264790
Twitter: @maxxbezerra

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Governo Bolsonaro ataca categoria bancária

Governo editou MP que acaba com jornada de seis horas e permite trabalho aos sábados e domingos



O governo Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) uma Medida Provisória (MP) que altera o artigo 224 do Decreto-Lei 5.452/1943 (Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), que regula a jornada de trabalho da categoria. Pela MP, a jornada de seis horas diárias e 30 horas semanais será mantida apenas para operadores de caixa. Para os demais empregados, a jornada passa a ser de oito horas. A MP também abre a possibilidade de a categoria trabalhar aos sábados, domingos e feriados.


Essa medida afeta especificamente a categoria. O governo não editaria essa MP sem que houvesse um lobby dos bancos neste sentido. Mas, não vamos aceitar esse ataque”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, ao informar que o assunto será pauta da mesa de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que será realizada na próxima quarta-feira (14), no Rio de Janeiro.



A articulação direta com o governo é, no mínimo, desonesta. Os bancos cobram dos sindicatos para que todo entrave seja tratado na mesa de negociações antes de se partir para outros tipos de ações, mas numa questão que afeta totalmente a vida e as relações de trabalho da categoria eles tratam direto com o governo?”, questiona indignada Juvandia Moreira, que é também coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

PLR

A presidenta da Contraf-CUT observa ainda que a MP permite que os bancos e demais empresas estabeleçam unilateralmente as regras de pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR), sem a necessidade de negociar com a representação da categoria nem de clausular as regras na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.

Outros prejuízos

Com a MP, o governo estabelece uma nova forma de contrato de trabalho com o objetivo de criar novos postos de trabalho de primeiro emprego para pessoas entre 18 e 29 anos de idade.


Eles fizeram a mesma promessa para conseguir a aprovação da reforma trabalhista. As taxas de desemprego no país comprovam que esse tipo de medida não gera resultado. A única que aumentou foi a precarização do emprego”, disse Juvandia ao defender que a criação de empregos passa pela liberação de crédito e a promoção de outras políticas de fomento ao desenvolvimento econômico e aumento da renda do trabalhador.



A MP também afeta a compensação de horas trabalhadas, prêmios e gratificações e das relações trabalhistas, sindicais. Mas, tudo o que estiver na CCT da categoria se sobrepõe ao que define a MP, uma vez que o negociado se sobrepõe ao legislado.



Fonte: Contraf-CUT

Palavra do Presidente

Essa é a segunda investida da dupla Bolsonaro e Paulo Guedes contra os bancários e as bancárias e pró banqueiros.
O sinal está sendo dado desde da posse dos lacaios do capital. 
A cada momento direitos são perdidos.
Já passou da hora de darmos um basta!
Só a luta te garante!


Recorde a primeira investida delles contra nós.
Acesse o link :Bancários não trabalharão aos sábados

Max José Neves Bezerra
Presidente SEEB Nova Friburgo
WhatsApp +5522981264790
Twitter: @maxxbezerra



terça-feira, 12 de novembro de 2019

Todos os empregados da Caixa devem votar na eleição para o Conselho de Administração

O resultado do primeiro turno será divulgado no dia 22 de novembro no Portal do Empregado

Todos os empregados da Caixa Econômica Federal ativos, com contrato de trabalho não suspenso, mesmo que de férias, podem votar na eleição para representantes dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa, que vai ocorrer entre os dias 18 e 22 de novembro.
É fundamental que o trabalhador faça sua escolha entre os 191 candidatos para eleger um representante que realmente defenda os interesses dos empregados. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e as demais entidades representativas dos trabalhadores apoiam a candidatura à reeleição da atual conselheira, Rita Serrano.
A unidade que estamos vendo nesse momento representa a força da candidatura da Rita Serrano, o reconhecimento do trabalho que ela vem fazendo no Conselho de Administração. A campanha não vai ser fácil, porque a direção da Caixa não vai querer a reeleição da conselheira, por conta do enfrentamento que vem realizando”, ressaltou o secretário de Finanças da Contraf/CUT, Sergio Takemoto.

Eleição

O resultado do primeiro turno será divulgado no dia 22 de novembro no Portal do Empregado. Caso nenhum candidato obtenha 50% mais um dos votos, haverá segundo turno de 2 a 6 de dezembro.
A eleição será realizada pela rede do banco. O empregado deverá acessar eleicaoca.caixa, usando sua matrícula e senha.

CA Caixa

O Conselho de Administração é a principal instância decisória do banco. Define as políticas de atuação da empresa. Na Caixa, possui oito membros:  o presidente do banco, seis conselheiros indicados pelo Ministério da Economia e um eleito.
Conquista histórica dos trabalhadores, como resultado da luta das entidades sindicais e associativas de todo o país, a eleição de representante dos empregados na Caixa tornou-se realidade a partir de 2013, quando ocorreu o primeiro pleito.
O papel do conselheiro eleito é representar os anseios dos trabalhadores, defender a integridade do banco e fiscalizar as ações da gestão. Podem participar do pleito empregados da Caixa que tenham formação escolar e profissional condizente com o cargo e outros critérios previstos no estatuto do banco. O eleito não pode participar das pautas que tratam das relações de trabalho.

Rita Serrano

Empregada da Caixa desde 1989, Rita Serrano participa do CA desde 2014, quando ocupou o cargo de suplente, sendo eleita titular em 2017. Mestre em Administração e graduada em Estudos Sociais e História, a atual conselheira tem longa trajetória no movimento sindical e social. Foi presidente do Sindicato dos Bancários do ABC entre 2006 e 2012, coordena desde 2015 o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e atualmente faz parte do Conselho Fiscal da Fenae.

Um grande marco da nossa gestão foi ter conseguido impedir que a Caixa se tornasse S.A. (sociedade anônima) por duas vezes. A primeira por conta do Projeto de Lei 555, quando liderei, por meio do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, o processo contra a aprovação do projeto. E, em seguida, no debate da mudança estatutária da Caixa, em 2017, pois conseguimos articular uma grande frente nacional e a iniciativa foi derrotada”, relatou a conselheira.

Fonte: Contraf-CUT

8º Fricine - Festival Internacional de Cinema Socioambiental





PROGRAMAÇÃO FRICINE 2019

13/11 - QUARTA-FEIRA
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>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<
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14:00 - LONGA -  competitiva programa 1 (82 min)
•   IDADE DA ÁGUA (Age of Water), dir. Orlando Senna – doc -  82’-  2018 - Brasil
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19:00 - FILME CONVIDADO 
•   FIO DA MEADA, dir. Sílvio Tendler - doc - 77'- 2019 - Brasil
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21:00 - SHOW MUSICAL 
•   TRIO DAS QUARTAS - Show musical com Renato Aroeira (Sax e voz); Kiko Chaves (violão de 7 cordas e voz);  Silvana Agla (violoncelo e voz) - tocando e cantando boleros, músicas francesas, bossas, choros  e conversando com o público sobre a história da música brasileira, contando uma anedota ou outra... 

14/11 - QUINTA-FEIRA 
>>> OAB <<< 
10:30 - FILME & DEBATE - "SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO"  
•   INTERROGAÇÃO (ou Psicopata Legalizado)", dir. Moisés Pantolfi – ani – 1' – 2019 – Brasil *
•   PALESTRA DO DR. RAFAEL BORGES 
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>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<
13:30  - CURTAS  -  competitiva programa  2  (76 min)

•   EDEN (Edén) , dir. Rodrigo Canet e Eva Urbano– animação – 4’- 2019 - Espanha
•   CRISES,(Crisis), dir. Cesare Maglioni - doc - 1'- 2019 - Espanha/França
•   QUERO SER FELIZ (I Want To Be Happy), dir. Junior Vieira – docdrama – 6:31”- 2019 – Brasil 
•   A VIAGEM DE ÍCARO, dir. Kaco Olimpio e Larissa Fernandes - ficção - 18'- 2018 - Brasil
•   A ERA DE LAREOKTÔ (The Lareokotô Era), dir. Rita Carelli – doc – 20:30”- 2019 – Brasil
•   POÉTICA DE BARRO, dir. Giuliana Danza - animação - 6'- 2019 - Brasil 
•   DIREITOS  E  HUMANOS (Derechos y Humanos), dir.Ignacio Ibarra - Doc - 20' - 2019 - Argentina 
•   ONDE VOCÊ VAI, HOMERO, COM SEU CASACO VELHO? (A donde vas, Homero, con tu abrigo viejo) dir.Leandro Gutierrez Cariñanos (KRAK) - ani - 3'- 2018 - Espanha 
•   TEMPO É ÁGUA - Fernando Cola - doc - 14'- 2018 - Peru/Argentina/Dinamarca

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>>>ACIANF<<< (Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Nova Friburgo)  

14:30  - OLHARES SOBRE PORTUGAL - Programa especial 1 (135 min)
• VIAGEM AO PORTUGAL PEQUENO, dir. Luiz Rosati, doc - 65'- 2018 - Brasil
• BOSTOFRIO, ONDE O CÉU ENCONTRA A TERRA, dir. Paulo Carneiro – doc – 70’- 2018 – Portugal 

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>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<
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15:30 - CURTAS & MÉDIA - competitiva programa 3  (78 minutos)
•   CAIXÃO DECOTADO (Coffin Decolleté) , dir.  Nancy Kamal - ficção - 6'- 2019 - Egito 
•   A GAIVOTA (The Seagull) , dir. Mane Baghdasaryan - exp - 20:43 -2019 - Armenia 
•   FORDLANDIA MALAISE , dir. Susana De Sousa Dias - Doc - 41'- 2019 - Portugal

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17:30 - LONGA - competitiva programa 4 (78 min)
•   ATRÁS DA ÍNDIA: Um olhar dos seus movimentos sociais, dir. Fernando V. Moreno - doc - 78' - Espanha
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19:30 - LONGA - competitiva programa 5 (99 min)
•   DANÇA DA VIDA, dir. Peyman Zandi – doc – 70’- 2019 - Iran 
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15/11 - SEXTA-FEIRA

>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<

10:30 - FILME & DEBATE - ERVAS MEDICINAIS
•   YUYOS", dir  Michal Krawczyk & Giulia Lepori,- doc - 77'- 2018 - Itália*
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13:30 - CURTAS  - competitiva programa  6 (97 min)
• A TRADICIONAL FAMILIA BRASILEIRA KATU, dir.Rodrigo Sena – doc – 25’- 2019 – Brasil 
•   QUILOMBO MATA CAVALO, dir. Jurandir  Amaral  - doc - 16'- 2018 - Brasil
•   O MONTE, dir. Cláudia Claremi - ficção - 13'- 2017 - Cuba
•   O RIO DOS KUKAMAS ), dir. Nika Belianina - doc - 7'- 2018 - Perú
•   UM DE NÓS (Odin iz nas) ), dir. Eduard Boolgar – doc – 14’- 2018 – Rússia
•   A CERCA (The Fence) , dir. Ali Zare Ghanatnowi - animação - 2'- 2019 - França
•   LENINGRADO, LINHA 41, dir. Dênia Cruz – doc – 20’ – 2017 - Brasil

15:30 - CURTAS & MÉDIA - competitiva programa 7 ( 82 min)
•   DIRITI DE BDÈ BURÈ , dir. Silvana Beline - doc - 18'- 2018 - Brasil
•   VOZES DA MONTANHA SAGRADA (Voices From The Sacred Mountain), dir. Fernando Cola - doc -12'- 2018 - Colombia/ Argentina/Dinamarca
•   POR TRÁS DAS CÂMERAS (Los Hilos del Tablero), dir. Colectivo Miradas- doc-52'-2018 - Espanha/Venezuela
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17:30 - CURTA & MÉDIA - competitiva programa 8 (75 min)
•    UMA ANDORINHA ATRÁS DA ALAMBRADA-, dir. Santiago Aldunate - doc - 25'- 2019 - Chile
•   SAÚDE! VELHO CHICO (Long Life! São Francisco River), dir. Stella Oswaldo Cruz Penido & Eduardo Vilela Thielen – documentário – 52’- 2018 - Brasil
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20:00 - LONGA - Programa Especial 2 (132 min)
•  BACURAU , dir. Kleber Mendonça e Juliano Dornelles - fic - 132'- 2019 - Brasil
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16/11 - SÁBADO

>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<
10:30 - FRICINE no FEMININO  - PERSPECTIVAS PARA UM MUNDO MELHOR.Protagonismo Feminino e Reações Obscurantistas. Feminismo, Feminicídio, Machismo, Igualdade De Direitos...  (filme & debate)
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•   NA BOCA DE TODAS, dir. RAMA (Red Argentina de Mujeres de la Animación) - animação - 1'- 2018 - Argentina.*  (exibição seguida por debate).
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13:30  - CURTAS competitiva programa 9 (81 min)
•   El MALABARISTA, dir. Iuri Moreno - animação - 11'- 2018 - Brasil
•   A ORIGEM  (El Orígen) , dir. José Antonio Campos Aguilera - ficção - 10'- 2018 - Espanha
•   AS MENINAS SÃO LEGAIS (The Girls Are Alright), dir. Gwai Lou - ficção - 15'- 2019 - Malasia
•   RESPIRAÇÃO (Tanafos), dir. Farshid Ayoobinejad - ficção - 13'- 2018 - Iran
•   THINYA, dir. Lia Leticia Ferreira Leite – ficção – 16:09"-  2019 - Brasil
•   LUA DE SANGUE MINEIRA, dir. Jaime García Parra - ficção - 11' -  2019 - Espanha
•   ANGELITO, dir.  Gonzalo G. Undurraga - ficção - 4' - 2018 - Espanha 

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15:30 - CURTAS - competitiva programa  10 (96min)
•   SIRUMI, dir.Thiago Camargo– ficção – 18’46” – 2018 - Brasil
•   CAPITÃO KINESIS (Capitán Kinesis), dir. Carles Jofre - ficção - 11'- 2019 - Espanha
•   ONDE NÃO PODES CHEGAR(Donde no puedes llegar), dir. Marc Nadal - ficção - 15' - 2019 - Espanha
•   BELLATRIX, dir. Lucas Costanzi – documentário – 52’- 2019 – Brasil
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17:30 - CURTA & MÉDIA - competitiva programa  11 ( 87 min)
•   VOZES DA PROVÍNCIA - (Elet Unu), dir. Asel Sydykova – documentário -15’- 2018 – Kyrgystão
•   MUJER. SE VA LA VIDA, COMPAÑERA! , dir.  Mariana Rivera - Doc -  61' - 2018 - México

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19:30 - CURTA E LONGA competitiva programa  12 (85min)
•   QUEBRANTAHUESOS, LAS BARBAS DEL VIENTO, dir. Manuel Mateo Lajarin - doc - 9' - 2019 - Espanha
•   A UMA LÉGUA - dir. Andrea Krujoski  - doc - 76' - 2019 - Argentina

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17/11 - DOMINGO 
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>>> TEATRO MUNICIPAL LAÉRCIO R. VENTURA <<<
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14:00 - LONGA  - competitiva programa  13 (92 min)
•   CUILLI & MACUILLI, OS FILHOS DO JAGUAR  , dir.Arturo Sanchez - Ficção - 92'- 2019 - Mexico

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16:00 - LONGA  - competitiva programa  13 (92 min)
•  HOLY BOOM, dir. Maria Lafi - ficção - 99' - 2018 - Grécia
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18:00 - MOSTRA ESPECIAL
•    "EU E A TERRA QUE HABITO" 
Exibição de curtas-metragens produzidos e realizados por alunos de 6 escolas do ensino público e privado de Nova Friburgo, como resultado de oficinas, ministradas pelo roteirista e editor Alan Andrade, com coordenação do Prof. Manoel Espedito, a partir de redações com o tema "Eu e a Terra que Habito". O projeto e as oficinas contaram com os importantíssimos apoios e participações das escolas Miosótis; EE. Dr. João Bazet; EE Augusto Spinelli; CEFFA Flores; CEJA; N. Sra das Dores.

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19:30 - PREMIAÇÃO e ENCERRAMENTO

Consulte diariamente: Programação sujeira a alteração 

Check schedule daily: Programme is subject to change

 >>>>>>>>>>>>MOSTRA PARALELA <<<<<<<<<<<<<<<

Lucro do Banco do Brasil atinge os R$ 13,2 bilhões em nove meses



Resultados comprovam que não há motivo para vender o banco, 
nem suas subsidiárias

O Banco do Brasil obteve lucro líquido ajustado de R$ 13,2 bilhões, nos primeiros nove meses de 2019, crescimento de 36,8% com relação ao mesmo período de 2018. Segundo o banco, o resultado do trimestre foi influenciado pelos aumentos da margem financeira bruta e da recuperação de crédito, que impactaram na redução da despesa com provisões para devedores duvidosos (PDD). O retorno sobre o patrimônio líquido (RPSL) ajustado cresceu 3,1 pontos percentuais em doze meses, ficando em 14,9%.

“O BB apresenta lucro em cima de lucro e é altamente rentável. Os resultados comprovam que não existe qualquer motivo para que o governo insista em vender o banco, seja a empresa mãe, seja as subsidiárias”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “A única justificativa seria a existência de interesses escusos, que não podem ser revelados para a sociedade”, completou.

Tarifas, agências e emprego

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 7,3% em um ano, alcançando R$ 21,7 bilhões, enquanto, as despesas com pessoal, incluindo o pagamento da PLR, cresceram 11,7% no mesmo período, totalizando a R$ 18,5 bilhões. Assim, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco foi de 117,06% em setembro de 2019.

“Somente com o montante das tarifas que o banco cobra de seus clientes, que é irrisório perto do que o banco arrecada com outras fontes de receita, ele consegue pagar toda a folha de pagamento e ainda sobra 17,06%”observou Fukunaga. “As tarifas estão altas, os funcionários estão sobrecarregados e são mal remunerados. Isso é o que dá para perceber analisando esse dado”, completou.

Ao fim do 3º trimestre de 2019, o BB contava com 93.872 funcionários. O quadro de funcionários sofreu uma redução de 3.360 postos de trabalho em doze meses. Segundo análise realizada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a grande redução do quadro de funcionários se deve ao Programa de Adequação de Quadros (PAQ), anunciado ao final de julho de 2019, e que, de acordo com o relatório do banco, resultou no desligamento de 2.367 funcionários, gerando uma despesa de R$ 250 milhões. No período, também em função do PAQ, foram fechadas 462 agências e abertos 98 postos de atendimento.

“A população é fortemente afetada tanto pela redução do quadro de funcionários quanto pelo fechamento de agências. É cada vez maior o número de cidades brasileiras sem qualquer tipo de atendimento bancário. Além de ter que se deslocar por grandes distâncias até encontrar uma agência, quando encontra as pessoas precisam enfrentar grandes filas em função da falta de funcionários para prestar atendimento”, explicou o coordenador da CEBB. “A população mal atendida e os funcionários estressados, sobrecarregados e sob grande pressão são as consequências desta política adotada pela atual gestão, que prejudica a população e leva os trabalhadores ao adoecimento”, concluiu Fukunaga.

Crédito

A carteira de crédito ampliada diminuiu 0,7% em doze meses, totalizando saldo de R$ 686,7 bilhões. Em relação ao trimestre anterior a carteira permaneceu estável. O crédito para Pessoa Jurídica teve queda de 5,4% em relação a setembro de 2018, com redução maior nas linhas para Grandes Empresas (-17,8%) e Governo (-1,4%). O destaque positivo no segmento PJ ocorreu nas linhas de financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas (alta de 8,9% no período). O crédito para Pessoa Física cresceu 9,3% em doze meses, totalizando R$ 209,6 bilhões e com destaques para os empréstimos pessoais (alta de 73,2%) e o crédito renegociado (crescimento de 17,2%), enquanto o microcrédito caiu 13,5% e as linhas de financiamento a veículos tiveram queda de 5,1% em doze meses. A carteira de crédito para o Agronegócio (que representa 65,1% do segmento no país) caiu 3% em doze meses, chegando a R$184,5 bilhões.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) caíram 4,1% em relação a setembro de 2018, totalizando cerca de R$ 14,7 bilhões. O índice de inadimplência para atrasos superiores a 90 dias foi de 3,47%, com queda de 0,66 pontos percentuais em relação a junho de 2018.




Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT solicita informações sobre revisões na política interna do Santander

Banco emitiu comunicado pessoal ameaçando funcionários que não aderirem a uma campanha de desestímulo do uso de plástico descartáveis; texto diz que banco revisou política interna para permitir punições


O banco Santander emitiu um comunicado pessoal ameaçando funcionários que não aderirem a uma campanha do banco que desestimula o uso de embalagens plásticas descartáveis. “Muitos ainda não entenderam que não se trata de algo opcional: o plástico de uso rápido está proibido em nossas instalações”, diz o comunicado, para em seguida ameaçar: “A partir de agora, inclusive, o uso ou posse de utensílios plásticos descartáveis, em 100% de nossos prédios administrativos, será considerado falta grave e, para isto, já revimos nossa política interna”.


“Apoiamos a campanha de desestímulo ao uso de embalagens plásticas descartáveis. Mas, não podemos aceitar ameaças aos funcionários que não aderirem a uma campanha do banco, uma vez que não existe qualquer tipo de lei que proíba o uso pessoal de descartáveis”, disse o secretário de Assuntos Socioeconômicos e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco, Mario Raia. “A mensagem, da maneira como foi transmitida, pode configurar assédio moral, mas, mais do que isso, mostra a maneira desrespeitosa com que o banco trata seus funcionários”, completou.

A mensagem causou incômodo e apreensão em muitos funcionários, que temiam represálias e punições. O banco negou que haverá punição, advertência, demissão ou falta administrativa contra bancários que continuarem utilizando utensílios e embalagens de plástico.

Mario informou que a Contraf-CUT vai solicitar informações ao sobre as revisões da política interna, alegadas na mensagem, para considerar “falta grave” o uso ou posse de embalagens descartáveis nas dependências do banco.

“Queremos saber o que é considerado falta grave, quais serão as penalidades e em quais leis o banco se baseia para aplicar as punições aos funcionários que não aderirem à campanha”, informou o dirigente da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT