sexta-feira, 13 de julho de 2018

Rita Lee & Tutti Frutti - Ovelha negra


A eterna roqueira Rita Lee.
Uma rainha que tem a  admiração de sua Plebe (Rude, excelente banda de punk rock)!
#DiaMundialDoRock

Raul Seixas - Maluco Beleza (Clipe Oficial 1977)


Toca um Raul...
Hoje, 13/07 é o dia Mundial do Rock.
Saudamos os amantes deste gênero com um dos maiores, para uma Legião (Urbana, outra grande banda) de fãs , Raul seixas foi o maior roqueiro do Brasil.

Contraf-CUT garante calendário de negociações com a Caixa

Banco negou assinatura de pré-acordo, mas debateu reivindicações específicas de Saúde e Condições de Trabalho



A Caixa Econômica Federal seguiu a linha apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na segunda reunião da Campanha Nacional 2018 com o Comando Nacional dos Bancários, na quinta-feira (12), e não assinou o pré-acordo que garantiria a validade do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), após a data-base da categoria (ultratividade). A negativa aconteceu na primeira rodada de negociações da mesa específica da Caixa, realizada nesta sexta-feira (13), em São Paulo. 

Os empregados conquistaram, porém, um calendário de negociações que acompanhe as reuniões da Fenaban.
Os próximos encontros serão nos dias 20 e 26, em Brasília. Na primeira, a pauta será Saúde e Condições de Trabalho, Caixa 100% Pública e Nenhum Direito a Menos. No dia 26 de julho será debatido Saúde Caixa e Funcef.

A direção da Caixa ressaltou que os acordos específicos, antes de serem assinados, devem passar pela aprovação do Conselho de Administra (CA) da Caixa. “Nós sabemos que sempre houve a necessidade de consulta aos órgãos controladores. Porém, nossa preocupação é que, com o atual desmonte do banco, interesses privados venham a prejudicar os empregados e a Caixa 100% Pública”, explicou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE–Caixa), ao exemplificar com a participação de ex-diretores da Shell no Conselho de Administração da Petrobras.

Apesar da postura do banco em já não garantir o pré-acordo, avaliamos que esta primeira rodada de negociação não foi só de negativas. A CAIXA mostrou uma postura de querer negociar os pontos reivindicados pelos empregados. Logo, é importante reforçarmos a mobilização e resistência. Só com a efetiva participação de todos os empregados é que vamos manter nossos direitos e conquistas. Tudo por todos!”, declarou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura Contraf-CUT e representante da Confederação nas negociações com a Caixa.

Saúde e Condições de Trabalho 

A CEE–Caixa apresentou as reivindicações específicas dos empregados em relação a Saúde e Condições de Trabalho. Os pontos são resultados das resoluções 34º congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Concecef), realizado nos dias 7 e 8 de junho.

Os empregados da caixa devem participar ativamente das atividades chamadas pelos sindicatos, se mobilizando na defesa dos seus direitos e da Caixa 100% Pública. Este ano estamos combatendo o desmonte dos direitos e dos bancos públicos”, convocou Dionísio Reis.

A CEE-Caixa cobrou a revogação da versão 41 do RH 184, o fim da Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e do descomissionamento arbitrário e, especificamente o descomissionamento de gestantes. O Banco se comprometeu a avaliar as questões. 

Sobre a verticalização, os empregados cobraram o fim do processo, que além de descomissionar arbitrariamente muitos empregados, expões a Caixa no mercado. “Faz com que o banco reduza a atuação em áreas que sempre foi referência e concorra com bancos privados, em área nas quais eles dominam. Isso resulta na redução das operações e do share de mercado”, apontou o coordenador da CEE-Caixa.Os empregados cobraram ainda o ressarcimento dos gastos do CPA 20 dos trabalhadores que são eventuais de gerente e que mantém, segundo a Caixa, sua eventualidade por um período.

Os trabalhadores reivindicaram fim das discriminações e mais transparência nos processos seletivos internos. A Caixa anunciou uma nova sistemática, da qual irá informar mais detalhes nas próximas mesas.

Sobre a criação de unidades estatuais de Saúde do Trabalhador, por Gipes ou Repes, com a participação dos trabalhadores, o banco anunciou que todos as unidades da federação têm pelo menos um empregado responsável pelo tema. Os trabalhadores reclamaram que não é suficiente.

Já para o fortalecimento dos Fóruns Regionais de Condições de Trabalho, a direção da Caixa alegou que está em andamento.

Os empregados protestaram diante da demora para disponibilizar o incentivo à escolaridade em 2018. O banco informou que as bolsas para pós já estão disponíveis e que as para línguas e graduação devem estar disponíveis até o final agosto.

Antes de encerrar, os empregados entregaram um ofício para reiterar a cobrança de mais transparência de Saúde Caixa, com a disponibilização de dados que permitam as entidades entender mais profundamente o plano de saúde.
Fonte: Contraf-CUT


Até 1º de agosto bancários devem ter proposta final

Bancos não assinaram ultratividade, mas aceitaram calendário proposto pelo Comando com rodadas nos dias 19 e 25 de julho, além do dia 1º de agosto





Os bancos se negaram a assinar a ultratividade dos direitos da categoria, mas aceitaram o calendário proposto pelo Comando Nacional dos Bancários, com o compromisso de apresentar uma proposta final para os trabalhadores até 1º de agosto. A segunda rodada de negociação entre os representantes dos bancários e da Fenaban foi realizada em São Paulo, nesta quinta-feira (12).
O Comando reiterou a importância do pré-acordo para manter a validade dos direitos da categoria. “Queremos dar tranquilidade aos bancários. Porém foi um passo importante estabelecer esse calendário com compromisso de negociações mais efetivas e uma proposta final até 1º de agosto”, afirmou a presidenta da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.
O Comando Nacional dos Bancários cobrou e os negociadores das instituições financeiras reforçaram que respeitarão a negociação em mesa nacional e unificada. “O Comando também quer resolver a campanha na mesa de negociação. Os bancos estão lucrando como sempre, mesmo em plena crise. Ou seja, podem realmente fechar o acordo logo, sem colocar em risco os direitos dos bancários. Isso não aceitaremos”, reforçou a dirigente, que é uma das coordenadoras do Comando.
Calendário de negociações fechado
O calendário proposto pelos representantes dos trabalhadores também foi aceito pelos negociadores dos bancos. A próxima rodada será realizada em 19 de julho, sobre o tema saúde e condições de trabalho. “Os bancários estão sofrendo com a sobrecarga de trabalho. Muitos estão aposentados por invalidez sendo obrigados a voltar para os locais de trabalho sem condições físicas e psicológicas para isso. Há muitos municípios do país que não estão recebendo numerário. E são os trabalhadores, na linha de frente, que sofrem com a pressão e a insatisfação dos clientes. São questões que queremos debater e ver solucionadas”, ressaltou Juvandia.
No dia 25, a pauta será emprego. As cláusulas econômicas serão debatidas em 1º de agosto, quando a Fenaban ficou de apresentar uma proposta global para ser apresentada aos bancários em assembleia.
Deixamos claro para os bancos que queremos debater a pauta da categoria com todo cuidado e atenção. Temos o compromisso de que as instituições financeiras trabalharão para trazer uma proposta final até 1º de agosto”, reforçou a presidenta da Contraf-CUT.
Os bancários devem se manter atentos e mobilizados, participando de todos os atos promovidos pelos sindicatos e federações em defesa dos direitos, dos empregos, dos bancos públicos”, orientou ela. “Estamos vivendo num país tomado por um golpe contra a classe trabalhadora. Toda atenção nessa Campanha Nacional Unificada é necessária. Informem-se pelos veículos de comunicação da Contraf, das entidades sindicais e pela imprensa dos trabalhadores, como a Rede Brasil Atual e a TVT.” Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Bancários querem pré-acordo de ultratividade assinado hoje

Na segunda rodada de negociação, Comando Nacional da categoria cobra da federação dos bancos compromisso com direitos previstos na CCT




Garantia de que todos os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho serão respeitados até que um novo acordo seja assinado. É isso que o Comando Nacional dos Bancários cobra da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nesta quinta-feira (12). Os trabalhadores querem sair da segunda rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada 2018 com o pré-acordo de ultratividade assinado, e um calendário para as próximas rodadas de negociação.
Diante do desmonte trabalhista, nada mais está garantido para os trabalhadores”, alerta a presidenta da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. “Por isso, a assinatura desse pré-acordo é fundamental para os bancários. Graças ao acordo de dois anos, conquistado em 2016, os direitos da categoria, previstos na CCT, são válidos até 31 de agosto deste ano. Mas depois, nada mais na lei garante que serão respeitados. Há categorias que ainda não assinaram novos acordos e maus patrões se aproveitaram disso para deixar de pagar VA, VR, plano de saúde. Não vamos permitir que isso aconteça com os bancários. Queremos sair dessa mesa de quinta-feira com a ultratividade dos direitos totalmente garantida”, explica a dirigente.
O Comando Nacional dos Bancários também quer uma resposta para o calendário de negociações sugerido aos negociadores da Fenaban na primeira reunião realizada em 28 de junho.
Antecipamos bastante nossa Campanha 2018 para não deixar a categoria à mercê da retirada de direitos autorizada pela legislação trabalhista do pós-golpe. Por isso queremos acertar essa agenda para que as rodadas ocorram de forma a assinarmos nossa Convenção Coletiva de Trabalho garantindo todos os direitos dos bancários. O Comando Nacional está totalmente disposto a negociar e resolver a campanha o mais breve possível. E os bancos estão em excelente saúde financeira, como sempre graças aos seus empregados, e podem fazer isso com tranquilidade”, reforça Juvandia.
Outras reivindicações – Reunidos em conferência nacional, bancários e bancárias de todo o Brasil definiram como prioridade para a Campanha 2018, além do pré-acordo, aumento real para salários e demais verbas, PLR maior, garantia dos empregos. A categoria está mobilizada, ainda, em defesa dos bancos públicos e da democracia, com foco na eleição de candidatos tanto para executivos (Presidente e Governadores) quanto legislativos (Senadores, Deputados Federais e Estaduais), em outubro, comprometidos com os direitos da classe trabalhadora e com a revogação das medidas nefastas de Temer, como a "reforma" trabalhista, a terceirização irrestrita e a Emenda Constitucional do Teto (Emenda 95/2016), que congelou por 20 anos investimentos em áreas fundamentais como educação e saúde.
A pauta foi entregue aos bancos em 13 de junho e reivindica, ainda, cláusulas defendam os bancários de outras ameaças da lei trabalhista como a retirada da CCT dos bancários hipersuficientes (quem ganha a partir de duas vezes o teto de benefícios do INSS, hoje em R$ 11.291, e tenha ensino superior), os contratos temporários, intermitentes, a terceirização.


#AssinaFenaban – Sindicatos realizaram atos em todo país na quarta-feira (11) alertando a categoria sobre o que pode acontecer caso os bancos não assinem o pré-acordo de garantia dos direitos. Os dirigentes explicaram que tais direitos não são “benefícios”, foram conquistados após anos de mobilização e, agora, depois da aprovação da “reforma” trabalhista, correm risco.
 Nas redes sociais, a categoria usou a #AssinaFenaban para ajudar a pressionar os bancos.
Fonte: Contraf-CUT






quarta-feira, 11 de julho de 2018

Manifestação de Campanha Nacional 2018 (11/07)



A direção do Sindicato dos Bancários de Nova Friburgo e Região percorreu grande parte das agências do centro da cidade comunicando sobre a Campanha Nacional dos Bancários 2018.




O Ato teve panfletagem para os clientes, usuários e consumidores sobre as condições de trabalho, demissões, lucros exorbitantes, tarifas abusivas, juros extorsivos...

Foram distribuídos cerca de 1.000 (um mil) prospectos.








terça-feira, 10 de julho de 2018

2ª rodada de negociações será dia 12/07


TV Contraf | Fenaban frustra bancários em negociação (28/06)


O Comando Nacional dos Bancários(as) apresentou no dia 28/06 uma proposta de calendário com datas para as próximas rodadas de negociação, mas os bancos marcaram somente para 12 de julho a 2ª rodada de negociações, diante de dificuldades colocadas pela agenda dos negociadores.
O Comando deixou com a Fenaban a  nossa proposta para que avaliem um calendário e reafirmou a sua disposição de negociar.
Mobilização nacional
Os bancários devem estar preparados para a luta que será ainda mais fundamental na Campanha 2018.
11 de julho Dia Nacional de Luta em Defesa da CCT e dos direitos da categoria. Os bancários devem usar #TodosPelosDireitos e #AssinaFenaban para ajudar a pressionar os bancos também pelas redes sociais.
Fonte: Contraf-CUT



domingo, 8 de julho de 2018

Bancários não têm benefícios, tem direitos!

VA, VR, auxílio-creche, plano de saúde, tudo na CCT vale até 31 de agosto; em ato no dia 11, trabalhadores cobram assinatura de pré-acordo de ultratividade na negociação






Os direitos dos bancários estão em risco. Na primeira rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada 2018, realizada em 28 de junho, os representantes da federação dos bancos (Fenaban) não assinaram o pré-acordo de ultratividade que garantiria tudo que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) até a assinatura de um novo acordo.
Em anos anteriores, esse pré-acordo, uma formalidade, vinha sendo assinado no início da negociação sem qualquer problema.

Mas, em 2018, há um agravante: a lei trabalhista pós-golpe extinguiu a ultratividade prevista em lei. Assim, sem esse pré-acordo, a partir de 31 de agosto os bancos poderão deixar de pagar vales refeição e alimentação, auxílio-creche, plano de saúde ou contratar com salários abaixo do piso. A data base da categoria é 1º de setembro.

Esse problema já atinge outras categorias. Vigilantes do Rio de Janeiro não assinaram acordo antes do vencimento da data base. Em algumas empresas, quando os trabalhadores foram usar seus vales-refeição, constataram que não tinham recebido nenhum valor.

Por isso, no dia 11, os bancários promoverão atos, em todo o país, cobrando dos bancos que assinem o pré-acordo. Estamos dispostos a negociar e esperamos o mesmo dos bancos: que demonstrem disposição para debater com seriedade a pauta dos bancários na rodada agendada para 12 de julho”, afirma Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando.

Queremos sair da mesa do dia 12 com um calendário de negociações, a exemplo do que sempre fizemos em anos anteriores”, lembra a dirigente. “Nossa CCT completa 26 anos em 2018, foi construída na luta e também num processo democrático com respeito à representação dos trabalhadores e dos bancos. E assim queremos que continue sendo.”
Além do ato no dia 11, os bancários podem participar utilizando #TodosPelosDireitos e #AssinaFenaban para ajudar a pressionar os bancos também pelas redes sociais.
 
Setor em franco crescimento 

Os cinco maiores bancos lucraram R$ 77,4 bilhões em 2017, alta de 33,5% num dos piores anos da economia nacional. E 2018 já repete essa trajetória de décadas de crescimento: foram R$ 20,6 bi no primeiro trimestre ou 20,4% mais que o mesmo período do ano anterior.

Ainda assim, os bancos promovem cortes no seu quadro de funcionários: foram extintos 17.905 postos de trabalho em 2017. De janeiro a maio deste ano 2.675 bancários já ficaram sem seus empregos.

Ganhando como ganham, mês a mês os bancos agravam as trágicas estatísticas de desemprego no Brasil”, critica Juvandia. “Por tudo isso, bancários e bancárias de todo o Brasil definiram como prioridade para a Campanha Nacional Unificada 2018, o respeito a todos os direitos previstos na CCT, garantia dos empregos, a defesa dos bancos e das empresas públicas, além de aumento real e PLR maior. Os bancos podem e devem isso aos bancários e à sociedade brasileira.
Fonte: Contraf-CUT
"Sempre afirmamos que tudo que os bancários (e a classe trabalhadora) possui são direitos conquistados através da luta! Da resistência! Pois se depender dos banqueiros (e patrões e governos alinhados com o pensamento neoliberal) nós não teríamos nada! Somente exploração! Só a luta (greve) constrói um futuro melhor e garante conquistas e direitos! Sigamos juntos!", Max Bezerra, Presidente do SEEB-Nova Friburgo e Região