sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Normativa da Caixa indica fim dos concursos

No rastro da nova legislação trabalhista, banco solta uma norma sobre contratação de trabalhadores temporário




A normativa da Caixa Econômica Federal, sobre trabalho temporário indica que o banco não mais realizará concursos públicos para a contratação de seus funcionários. Nem vai convocar os concursos para assumir o lugar dos que se desligaram nos planos de aposentadorias.
“Essa é uma das consequências sobre as quais alertávamos que aconteceria se a reforma trabalhista proposta pelo governo Temer fosse aprovada. Esse presidente não tem responsabilidade com os trabalhadores e, por isso, não se importa de cortar direitos trabalhistas ou criar subemprego com menores salários e nenhum direito”, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Quem trabalha em banco, bancário é

De acordo com a norma, os trabalhadores serão contratados por meio de empresas especializadas na prestação de serviços temporários para realizar as tarefas de técnico bancário e não terão nenhum vínculo empregatício com a Caixa.
“Vamos continuar defendendo que, quem trabalha em banco, bancário é. Portanto, tem os mesmos direitos e devem receber os mesmos salários dos empregados concursados que exercem as mesmas funções. E vamos continuar exigindo que sejam convocados para assumir os cargos os aprovados no último concurso realizado pela Caixa”, disse o presidente da Contraf-CUT.
A norma não estipula a quantidade de temporários que serão contratados, apenas define que o número de contratações dependerá da disponibilidade orçamentária e dos resultados esperados pelo gestor demandante, com base no que for determinado pela Gerência Nacional do Quadro de Pessoas e Remuneração (Geper).
“Esse governo está promovendo um verdadeiro desmonte da Caixa e prejudicando seu papel de banco público. Essa norma é mais um passo deste desmonte, que será discutido com o banco em reunião agendada para o dia 15/08”, disse Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa). (Fonte: Contraf-CUT)



Opinião

A cada momento tudo fica mais claro. 
O golpe nunca foi contra a corrupção ou pedaladas. 
A democracia é um estorvo para aquela minoria de 1%, o mercado.
O Estado tem a obrigação de servi-lo e protegê-lo.
Essa é a lógica neoliberal que  foi interrompida no Brasil. 
Os governos do PT (Lula e Dilma) retiraram algumas migalhas para dividir com o povão.
E isso é imperdoável!
Os lucros são privatizados e os prejuízos socializados. 
Este é o motivo das reformas que retiram direitos.
É entregar nossas empresas, nossas terras, nossa força de trabalho. 
A reforma trabalhista é o retorno a escravidão.
A diferença está no tempo de trabalho: os escravos antigos era permanente, os atuais temporários. Igualmente, todos trabalharão até morrer pelas regras da proposta da reforma da Previdência dos golpistas.
Ninguém se iluda, mas o projeto politico econômico dos golpistas-entreguistas é o Brasil ser colônia novamente. Só que do mercado. É a síndrome de vira-lata daqueles que têm o pensamento em Miami, Nova York e Paris.

Aos bancários, assim como a classe trabalhadora, estudantes e movimentos sociais o momento é de luta para resistir, afinal o Congresso que lá está, o judiciário e o executivo estão a serviço do capital e das corporações nacional e internacional.
Não sei se teremos eleições, mas temos que prosseguir e persistir no caminho da democracia!
Fazer valer cada voto para elegermos candidatos de partidos que combatem o neoliberalismo e lutam por um outro mundo e país possível. Max José Neves Bezerra - Presidente

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

TVC Noticias - Primeira corrida e caminhada dos bancários será realizada...


As inscrições continuam até nesta sexta no Sindicato e sábado na Prodesporte.
Venha participar!
Esporte é vida! Lutar contras as reformas do desgoverno Temer é um sim a vida!

Informações acesse: http://seeb-nf.blogspot.com.br/2017/07/1-corrida-e-caminhada-dos-bancarios_28.html

#Corrida2017 #SEEBNF

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

STF dá um tiro no direito de greve

Decisão pode afetar bancários da Caixa, BB e de demais bancos públicos estaduais e regionais


O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 846.854 e fixou tese de repercussão geral, definindo que “a justiça comum, federal ou estadual, é competente para julgar a abusividade de greve de servidores públicos celetistas da Administração pública direta, autarquias e fundações públicas”
O artigo 9º da Constituição Federal e o artigo 1º da Lei 7783/1989 (Lei da Greve) dizem que “é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”. O artigo 8º da Lei da Greve determina que “a Justiça do Trabalho, por iniciativa de qualquer das partes ou do Ministério Público do Trabalho, decidirá sobre a procedência, total ou parcial, ou improcedência das reivindicações, cumprindo ao Tribunal publicar, de imediato, o competente acórdão.
O parecer do Procurador-Geral da República (lançado no RE 665.969) era o de que caberia à Justiça do Trabalho tais julgamentos. No entanto, essa tese foi vencida, por maioria. Votaram pela tese vencedora (competência da Justiça Comum) os Ministros Cármen Lúcia, Celso de Mello, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Alexandre de Moraes. Ficaram vencidos os Ministros Luiz Fux (Relator), Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio.
O julgamento do RE pelo Plenário do STF ocorreu no dia 25 de maio, quando foi negado provimento ao recurso que defendia a competência da Justiça do Trabalho para julgar a abusividade de greve de guardas municipais que trabalham em regime celetista. Na ocasião, a maioria dos ministros entendeu que não cabe, no caso, discutir direito a greve, uma vez que se trata de serviço de segurança pública. Mas o debate alcançou as hipóteses de abusividade de greve de outros servidores celetistas da administração direta.
“É lamentável ver um direito do trabalhador garantido na Constituição Federal, ser considerado como caso da Justiça Comum e não da Justiça do Trabalho. É um tiro no direito de greve, é mais um ataque à democracia e aos direitos dos trabalhadores, que já se tornou tão comum nesses tempos temerosos que estamos vivendo em nosso país”, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), sobre a decisão do STF.
A decisão pode afetar os bancários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e demais bancos públicos estaduais e regionais, como o Banco do Nordeste e Barinsul.
“Vamos estudar a decisão com nosso departamento Jurídico para analisar quais procedimentos podem ser tomados”, disse o presidente da Contraf-CUT Fonte: Contraf-CUT
Opinião
Hoje, na Câmara os deputados estão safando a cara do MT (PMDB), o Mais Traíra, para fazer como o o Romero Jucá (PMDB) instruiu lá atrás (...) "Tem que mudar essa porra. Tem que mudar o governo para estancar a sangria" (...) "Com o Supremo, com tudo". Para os céticos, o golpe continua e é contra a classe trabalhadora, nós, os 99% que perdemos direitos e para garantir o lucro do 1% que vive da exploração e do rentismo. Max José Neves Bezerra - Presidente 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Lucro do Itaú ultrapassa R$ 12 bi no primeiro semestre

Demissões continuam e bancários exigem garantia no emprego



O banco Itaú obteve um lucro líquido recorrente (que exclui efeitos extraordinários) de R$ 12,345 bilhões no primeiro semestre de 2017. Um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2016. A rentabilidade (retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio Anualizado – ROE) ficou em 21,8%, uma alta de 1,7 pontos percentuais em doze meses.
“O Itaú, assim como o Santander e o Bradesco, os três maiores bancos privados do país, continuam lucrando muito. Mas, parecem não ter nenhum compromisso com a retomada do crescimento econômico. Continuam praticando juros altíssimos e reduzindo o quadro de funcionários. Ou seja, dificultam o crédito e reduzem a massa salarial. O dinheiro não circula na sociedade, a economia não gira. Pensam apenas no próprio crescimento”, lamenta Roberto von der Osten, presidente da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
holding encerrou o primeiro trimestre de 2017 com 81.252 empregados no país, uma redução de 961 postos de trabalho em relação a junho de 2016. Foram abertas 39 agências digitais (que já somam 154 unidades) e fechadas 184 agências físicas no país em doze meses. O total de agências e pontos de atendimento do banco no Brasil e exterior, em março de 2017, foi de 4.955.
Demissões injustificáveis
Para o movimento sindical, a continuidade de corte de postos de trabalho pelo banco é injustificável. “Não conseguimos entender a continuidade de cortes de postos de trabalho pelo Itaú. O número de operações aumenta, a carteira de crédito e a receita com prestação de serviços e com também. Somente com o que arrecada com tarifas bancárias o banco consegue cobrir toda a despesa que tem com pessoal e ainda sobra 60,4% do valor arrecado somente com este tipo de operação, sem contar os altos lucros que o banco tem com as demais transações, ainda mais rentáveis. A única explicação é a de que o banco pensa apenas no seu crescimento, no seu lucro”, disse Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú.
 Fonte: Contraf-CUT
Opinião
Desde a fusão entre o Itaú e Unibanco a cada ano o lucro aumenta assim como as cobranças, as metas, o adoecimento, os afastamentos e as demissões. Muitas destas por justa causa que no entendimento do Sindicato, em diversos casos, transparece ser mais uma forma do Itaú aumentar seus lucro: Ganhar com o sofrimento do trabalhador. Nesta Campanha Nacional, os bancários exigem que os bancos deem garantias de emprego. A estabilidade é uma das características de uma empresa com responsabilidade social. é isto que os bancários querem dos banqueiros. Max José Neves Bezerra - Presidente

Lucro do Bradesco cresce 13% e soma R$ 9,4 bi no 1º semestre

Resultado foi impulsionado, entre outros, pelo aumento do lucro com as tarifas cobradas dos clientes



O Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 9,352 bilhões no primeiro semestre de 2017. O resultado é 13% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado, quando o banco lucrou R$ 8,274 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) ficou em 18,2%, com aumento de 0,8 p.p. em doze meses.
"O sistema financeiro no Brasil é altamente lucrativo. Basta analisar os balanços dos bancos para ver que, mesmo com crise econômica, os lucros sempre são, no mínimo, na ordem dos bilhões. É uma pena que para alcançar estas marcas eles arrochem seus funcionários e esfolem seus clientes com as altas taxas pelos serviços que, muitas vezes, são executados pelos próprios clientes", criticou Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Ganha muito
O banco afirma em seu relatório, que um dos fatores que impulsionou seu lucro no período foi o aumento das receitas com prestação de serviços e tarifas cobradas dos clientes, que cresceu 16,9% em doze meses, totalizando R$ 11,7 bilhões. Além das tarifas por serviços, melhores desempenhos com operações de seguros, previdência e capitalização contribuíram para o crescimento do lucro do banco.
Segundo o banco, o lucro só não foi maior porque houve aumento de despesas com pessoal, menor resultado com a margem financeira e leve aumento da despesa com provisão para devedores duvidosos, as chamadas PDDs.
As despesas de pessoal subiram 29,2%, em função da entrada dos funcionários oriundos do HSBC, adquirido no segundo semestre de 2016, atingindo R$ 9,4 bilhões. Mas, mesmo com o crescimento das despesas com pessoal, em março de 2017, o banco conseguia cobrir tais despesas apenas com as receitas secundárias e ainda sobrava recursos. A arrecadação com receitas secundária, no período, 23,7% maior do que as despesas com pessoal.
"O banco diz que aumentou a despesa com pessoal. O dito 'aumento de despesa' se deve à incorporação do pessoal do HSBC e o pagamento da primeira parcela do 13º salário. Na verdade, o que o banco mais tem feito é reduzir as despesas com pessoal por meio de demissão de funcionários", explicou Gheorge Vitti, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.
Segundo análise feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a holding encerrou o 1º semestre de 2017 com 105.143 empregados, com alta de 15.719 postos de trabalho em relação ao mesmo período no ano passado. O crescimento, no entanto, é influenciado pela incorporação dos funcionários do antigo HSBC. Porém, após essa aquisição, em setembro de 2016, o quadro de pessoal já sofreu uma redução de 4.779 postos. Quadro esse que deverá ser mais afetado quando se mostrarem os resultados da adesão ao Plano de Desligamento Voluntário Especial (PDVE)que o banco abriu agora em julho e que deve ser encerrado em 31 de agosto.
"O número de clientes, principalmente com a aquisição do HSBC, cresceu muito. O de funcionários só reduz. O que significa que aumentou a carga de trabalho dos bancários. Ou seja, o lucro dos bancos aumenta proporcionalmente ao aumento da exploração do trabalho dos bancários", disse o coordenador da COE do Bradesco. Fonte: Contraf-CUT
PDVE: Contraf-CUT estará atenta à possível sobrecarga dos funcionários que permanecerem no banco
Por meio de comunicado interno, o Bradesco informou aos seus funcionários a abertura de um Plano de Desligamento Voluntário Especial (PDVE), com vigência entre 17 de julho e 31 de agosto.
“O banco diz que o plano não afetará o atendimento aos clientes. Isso quer dizer que, ou o banco promoverá a reposição do quadro de funcionários, ou aqueles que permanecerem no banco ficarão sobrecarregados. Ficaremos atentos a essa questão”, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Incentivos???
Em seu comunicado o banco informa que quem aderir ao PDVE receberá todas as verbas rescisórias, inclusive a multa do FGTS e o aviso prévio; além de um valor equivalente a 0,6 da remuneração fixa por ano de trabalho no banco (limitado a 12 salários); vale alimentação de seis meses, em parcela única; manutenção do plano de saúde e odontológica por 18 meses.
Podem aderir ao PDVE os funcionários que estejam aposentados junto ao INSS, por idade ou tempo de contribuição integral ou proporcional até 31/08, ou estejam aptos a requerer o benefício e trabalhem em uma das empresas da holding listadas no regulamento há, no mínimo, 10 anos.
“Sindicatos negociam com os bancos a contratação de novos funcionários, não planos de demissão. Não temos o que falar sobre a decisão pessoal de cada trabalhador. Apenas os instruímos a ler com atenção o regulamento para ver se as condições são boas para eles. É uma decisão pessoal e definitiva, que deve ser tomada com cuidado. O que preocupa é o coletivo e os possíveis prejuízos que o PDVE trará para os trabalhadores que permanecerão na empresa”, explicou o presidente da Contraf-CUT.
Opinião
48 horas após o Mais Traíra dos golpistas sancionar a Reforma Trabalhista que retira mais de 100 direitos contidos na CLT, o Bradesco abre um PDVE. Não é coincidência, o banco se prepara para se beneficiar desta mazela feita com a classe trabalhadora. Max José Neves Bezerra - Presidente 

Outras informações sobre as Reformas do MT AQUI

Santander obtém maior lucro de sua história no Brasil

Mesmo com lucros astronômicos, banco espanhol continua demitindo e sobrecarregando trabalhadores

banco Santander no Brasil obteve o maior lucro líquido gerencial de sua história no 1º semestre de 2017. Nos seis primeiros meses do ano o lucro do banco foi de R$ 4,615 bilhões, um crescimento de 33,2%, em relação ao mesmo período de 2016 e de 2,4% em relação ao 1º trimestre de 2017. A rentabilidade (retorno sobre o Patrimônio Líquido médio anualizado – ROE) ficou em 15,9%, com aumento de 3,1 pontos percentuais em doze meses. O Brasil continua sendo o país mais lucrativo entre todos nos quais o banco atua. O lucro obtido no Brasil representa 26% do lucro global da Instituição, € 3,616 bilhões. Em seguida vem o Reino Unido, com 17%, e a Espanha, com 15%.

Mas, o excelente desempenho do banco no Brasil não foi suficiente para impedir a redução de postos de trabalho no país. A holding encerrou o 1º semestre de 2017 com 46.596 empregados, com queda expressiva de 2.281 postos de trabalho em relação ao mesmo período no ano passado, sendo 301 a menos no trimestre. Foram fechadas 11 agências e três postos de atendimento bancários (PABs) no período.
“Os ganhos expressivos obtidos no Brasil não se traduziram em nenhuma contrapartida social, já que o banco segue fechando agências e demitindo milhares de pais e mães de família, trabalhadores que geraram esse lucro astronômico por meio do seu esforço e dedicação”, criticou Maria Rosani, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.
Sobrecarga

Mesmo com redução de agências, PABs e postos de trabalho, a carteira de clientes segue crescendo: 2,154 milhões a mais de clientes em um ano, totalizando 36,537 milhões em junho de 2017. O número de clientes digitais alcançou 7,4 milhões crescimento de 35% em doze meses.

“Isso quer dizer que os trabalhadores banco precisam se desdobrar para atender um número cada vez maior de clientes, gerando sobrecarga de trabalho”, explicou a dirigente sindical. 
A receita com prestação de serviços mais a renda das tarifas bancárias cresceu 17% em doze meses, totalizando R$ 7,5 bilhões. Já as despesas de pessoal, inclusive PLR subiram 4,5%, atingindo R$ 4,4 bilhões. O que mostra que o banco consegue cobrir todas as despesas com seu quadro de funcionários somente com as receitas das tarifas cobradas dos clientes e ainda sobra 70,3% do valor. Sem contar os lucros obtidos com as demais transações realizadas pelo banco.
"Esse dado comprova que o Santander não só pode, como deve contratar mais funcionários a fim de prestar melhor atendimento aos clientes que pagam tarifas altas e também para contribuir socialmente com o país que dá tanto lucro para esse banco espanhol”, enfatiza. Fonte: Contraf-CUT
Opinião
A falta de trabalhadores gera sobrecarga de trabalho que gera mais pressão para metas cada vez maiores que gera adoecimento. É uma roda-viva na qual pessoas saudáveis ficam enfermas. Isto tem que ser revisto. Por isso, a garantia no emprego será a pauta central Campanha Nacional dos Bancários e Bancárias. Max José Neves Bezerra - Presidente

segunda-feira, 31 de julho de 2017

19ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BANCÁRIOS

Terminou neste domingo (30/07) a 19ª Conferência Nacional dos Bancários, que definiu ações e estratégias para a Campanha Nacional da categoria até 2018.

A 19ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou o plano de lutas, estratégias e resistência para a Campanha Nacional de 2018. São ações em defesa do emprego e dos direitos, dos bancos públicos, da democracia, do movimento sindical e para as mesas temáticas de Saúde do Trabalhador, Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos. A conferência contou com 603 delegados, 64,5% homens e 35,5% mulheres.