sexta-feira, 28 de julho de 2017

1ª CORRIDA e CAMINHADA DOS BANCÁRIOS

“CORRENDO CONTRA AS REFORMAS”


06 de agosto – 9 horas
Sede Campestre dos Bancários
Campo do Coelho – Nova Friburgo – RJ

5 Km    -     CORRA OU ANDE

Troféus para os 03 primeiros -  masculinos e femininos
Medalhas para todos, entregue no pódio, de acordo com a classificação na faixa etária.
Camisas para os 100 primeiros inscritos

Inscrições público em geral: R$30,00
PRODESPORTE – Almirante Barroso, 5, Centro, Nova Friburgo – Tel. 2523 0613
        Inscrições bancários e bancárias: R$20,00
NO SINDICATO – Praça Dermeval B. Moreira, 202 – Tel. 2522 7264

VAMOS PARTICIPAR GALERA!!!
MARQUE NA SUA AGENDA!
FESTA DO DIA DO BANCÁRIO E BANCÁRIA 2017

Na Sede Campestre, em Campo do Coelho.
Dia: 19 de Agosto
Horário: A partir das 12h00


Com o tradicional churrasco e cerveja gelada, diversão para as crianças e muita música.

Temos novidades este ano na aquisição do convite para a Festa em comemoração ao Dia do Bancário 2017.

Este ano, NÃO estaremos recolhendo a lata de leite em pó.

Estaremos recolhendo R$ 15,00 por associado e seus dependentes (crianças a partir de 10 anos pagam).

Exemplos:

- O associado possui três dependentes (esposa e dois filhos, um maior de 10 anos e outro menor de 10 anos). O valor a ser pago é de R$ 45,00.

- O associado solteiro, como todo ano, pode levar um acompanhante, o valor a ser pago é de R$30,00.

O convite para terceiro é no valor de R$100,00.

OS CONVITES SERÃO VENDIDOS A PARTIR DE 03/08 NO SINDICATO.

Os impactos da reforma trabalhista na vida da população negra



A reforma trabalhista, aprovada e sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB) é, sem dúvida, o maior retrocesso social da história de nosso país. O que o governo e a mídia tratam como “modernização” e “flexibilização” é, na verdade, uma visceral retirada de direitos e a destruição da mais importante rede de proteção dos direitos trabalhistas, conquistado pelos trabalhadores no governo Getúlio Vargas, a nossa CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Avançar significaria promover mudanças na legislação trabalhista para ampliar direitos e não suprimir o que conquistamos em décadas de lutas.
O empresariado nacional parece não compreender que, em nome da superexploração da mão-de-obra, promover subempregos e trabalho precário, salários reduzidos e empregados doentes, além de resultar num caos social, irá estagnar o consumo e, por conseguinte, a produção da indústria nacional e toda a economia. Diante de um processo desastroso que inviabiliza o setor produtivo e, por isso mesmo, a geração de emprego e renda, a única explicação para o empresariado defender mudanças que só beneficiam o capital especulativo e os bancos, é que nossos industrias vivem hoje muito mais da ciranda financeira do que da produção de mercadorias, bens e serviços  e moram no exterior, olhando para o Brasil meramente como colônia entregue aos interesses internacionais e sua gente como mão-de-obra a ser espoliada.  
Mas este trágico projeto atinge em seus efeitos mais nocivos, o trabalhador brasileiro, a vítima central do golpe. Na base da pirâmide social estão os mais afetados pela reforma trabalhista: os pobres. E todos sabemos que na grande massa que está nos empregos de menores salários, no mercado informal ou mesmo à margem de todo o processo da vida econômica da sociedade, estão os negros e negras. Como se não bastasse receberem 40% a menos de média salarial em relação aos trabalhadores não negros, e serem os mais atingidos pelo desemprego - 28,5% entre negros e pardos e 9,5% entre brancos, segundo o IBGE, a comunidade afrodescendente terá de submeter às condições ainda mais precárias de trabalho, onde ocupam as funções mais exploradas e menos remuneradas. O que já é trabalho precarizado, agora vai se tornar muito pior.
Os setores médios da sociedade que não se iludam. O avassalador desmonte do estado social atinge também a classe média assalariada e aniquila a utopia de nosso processo civilizatório e o sonho de construirmos uma nação rica e justa para todos.
O desmantelamento do estado e das políticas socais promovidas pelo governo Temer não poupou nem mesmo a educação, que deveria ser a prioridade das prioridades. Eliminou o programa nacional de combate ao analfabetismo, e o Pronatec, restringindo o acesso ao Fies. As medidas castram o direito ao saber técnico e acadêmico e às oportunidades e melhores condições no mercado de trabalho acalentadas por milhões de jovens brasileiros. Mais do que isso, retrocede o Brasil a mais absoluta dependência de domínio tecnológico e a condições desumanas de vida e de trabalho do povo brasileiro, onde, como sempre, a população negra, que são as mais afetadas. Setores como construção civil e de trabalho doméstico, onde homens e mulheres negros e negras são maioria, sofrerão ainda mais com a superexploração e a retirada de direitos.
No setor bancário, que tem um universo de 500 mil trabalhadores, só 24,7% são negros. A reforma, que atinge a toda a categoria, recairá ainda com mais força sobre trabalhadores negros e negras, que trabalham nas funções de menor visibilidade e inferior remuneração. A mulher negra, que já sofre a discriminação de raça e gênero, sofrerá ainda mais, inclusive com a permissão de que grávidas e gestantes possam trabalhar em lugares insalubres, o que atinge também as mães brancas.
O projeto de sociedade patriarcal, preconceituosa, racista, de uma elite mesquinha e perversa que está em curso desde o golpe que derrubou o governo democrático e popular de Dilma Roussef, aprofundou a crise econômica, social e moral do Brasil. A saída, como a história nos ensina, não está na tecnocracia acadêmica e muito menos nos políticos corruptos e usurpadores do poder. Querem o estado mínimo para pobres e negros, e benesses máximas para atender a ganância desvairada das elites. Estão promovendo mais concentração de renda, injustiça social e submissão do Brasil ao capital internacional. A saída está, como sempre esteve, na reação e mobilização popular, onde trabalhadores e trabalhadoras de todas as raças e credos sejam os sujeitos históricos e criem um ambiente favorável para que possamos construir uma nação justa e soberana e para que o povo brasileiro possa conquistar, definitivamente, sua liberdade e emancipação. Um Brasil de todos e para todos.
*Secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores

Governo Temer quer desmontar a Caixa e Saúde Caixa

A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal (CEE/Caixa) se reuniu nesta quinta-feira (27) e debateu sobre duas resoluções que Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, que, na prática, inviabilizam o Saúde Caixa e os demais planos de saúde das empresas públicas federais. As minutas das resoluções vazaram nas redes sociais.
“Se as resoluções forem realmente colocadas em prática, o Saúde Caixa pode ser inviabilizado”, alertou Dionísio Reis, coordenador da Comissão dos Empregados da Caixa.
Os documentos, que não são oficiais, mostram que o governo pretende estabelecer, entre outras regras, limites de custeio para os planos de saúde de autogestão das empresas estatais federais. Veja abaixo alguns dos pontos mais significativos:
•             Impõe a paridade de custeio entre a mantenedora (Caixa) e empregados. Hoje, o banco paga 70% e os funcionários, 30%;
•             Impõe limite de gastos com assistência à saúde a 8% da folha de pagamento de ativos e aposentados;
•             Determina que novas adesões aos planos existentes só podem ser feitas se as contribuições forem distintas por faixa etária e faixa salarial;
•             Determina que todo plano de empresa estatal cobre coparticipação nos serviços de saúde;
“Estas determinações acabam com o princípio de solidariedade do plano. Hoje todos pagam 2% do salário, mais 20% de co-participação, chegando ao – no máximo – R$2.400 por ano. Se a cobrança for estabelecida por faixa etária, o plano ficará inviável para quem recebe salários mais baixos e para os aposentados, que teriam que pagar mensalidades absurdas”, disse o coordenador da CEE/Caixa.
O dirigente explicou ainda que, se a determinação de estabelecer a paridade contributiva vigorar, o banco reduzirá sua contribuição e a dos associados aumentará.
A Contraf-CUT, a CEE/Caixa e as entidades sindicais repudiam essas propostas. Para o coordenador da CEE/Caixa, o conteúdo dos documentos, mesmo não oficiais, são de extrema gravidade pois representam um sério risco para os beneficiários do plano, funcionários da ativa, aposentados, pensionistas e seus dependentes. “É mais um ataque contra trabalhadoras e trabalhadores e organizaremos a resistência para proteger nossos direitos”.
Desmonte total
A CEE/Caixa também debateu outros pontos que prejudicam os empregados e levam ao desmonte do banco público. “São diversas ações, como o fechamento de agências, a reestruturação, a verticalização, as mudanças de funções no PFG (Plano de Funções Gratificadas) e na Gestão de Desempenho de Pessoas que minimizam a importância do banco e o prepara para a privatização”, disse Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Juventude e empregada da Caixa.
Outro ponto debatido foi com relação ao desconto dos dias parados em decorrências da Greve Geral e manifestações contra as reformas trabalhista e da Previdências propostas pelo governo Temer. “O presidente da Caixa (Gilberto Occhi) declarou em reunião realizada aqui em São Paulo que os dias não seriam descontados, mas não foi isso o que aconteceu. Sindicatos em todo o país tiverem que acionar a Justiça para terem o direito constitucional de greve garantido. Não dá para confiar na atual gestão do banco. Eles fazem tudo o que for possível para prejudicar os trabalhadores”, criticou Sérgio Takemoto, Secretário de Finanças da Contraf-CUT e empregado da Caixa.
Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Descanso semanal remunerado aos sábados está em risco

Repetitivo do TST que garante o direito deve ser revisto; mais uma consequência da reforma trabalhista

A nova lei trabalhista (Lei 13.467/17) proposta pelo governo Temer e aprovada pelo Congresso Nacional pode levar a revisões de diversas questões na esfera do Direito do Trabalho. Uma reportagem veiculada no portal J, especializado em Direito, afirma que, como consequência da reforma trabalhista, 15 questões que são analisadas como recursos repetitivos (o que foi decidido vale para todos os casos idênticos que tramitam em instâncias inferiores) devem ser revistas no Tribunal Superior do Trabalho.

Entre estas questões está a definição do sábado como dia de repouso semanal remunerado para bancários, adicional de insalubridade para operadores de telemarketing e a exclusão de responsabilidade solidária para o “dono da obra”. Estes três casos, apesar de já contarem com tese consolidada, poderão sofrer modificações.

Limitação do TST

Segundo a nova legislação, não cabe ao Poder Judiciário legislar por meio de Súmulas e Precedentes. A questão é que grande parte dos recursos repetitivos do TST discutem controvérsias relacionadas à aplicação da lei que não se encontra em conformidade com determinada Súmula ou Orientação Jurisprudencial editada por este Tribunal.

Caberá ao TST, observar o que diz o parágrafo 2º do artigo 8º da nova Lei, segundo o qual, as súmulas e outros enunciados de jurisprudência editados pelo TST e pelos TRTs não poderão restringir direitos legalmente previstos nem criar obrigações que não estejam previstas em lei.

Por exemplo, levando em conta os termos da Súmula nº 124 do TST, existe dúvida se a definição do sábado como dia de repouso semanal remunerado, por norma coletiva da categoria bancária, mesmo que apenas para fins de reflexos das horas extras habituais, acarreta alteração no divisor utilizado para cálculo das horas extraordinárias (RR 849-83.2013.5.03.0138 e RR 144700-24.2013.5.13.0003). Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Contraf-CUT inicia campanha em defesa da saúde dos trabalhadores

Campanha visa alertar aos trabalhadores para que eles não deleguem aos bancos a responsabilidade pela própria saúde




A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) lançará, durante a Conferência Nacional dos Bancários, a campanha nacional “Assuma o Controle – A saúde é Sua” para, entre todas coisas, informar aos trabalhadores quais são os riscos da atividade profissional na categoria e orientá-los a não se submeter exclusivamente ao médico do trabalho do banco (veja abaixo a relação completa dos objetivos da campanha).
“A taxa de acidentes de trabalho e afastamentos por doença entre os bancários é uma das maiores na comparação entre todas as categorias. A situação se torna ainda mais grave quando constatamos que os trabalhadores evitam se afastar do trabalho para não serem discriminados e para não passarem a figurar na lista de futuras demissões. Além disso, em muitos casos, os bancos não emitem as CATs (Comunicações de Acidentes de Trabalho)”, afirmou Walcir Previtale, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT. “Queremos mostrar para a categoria que, nessa situação crítica, eles precisam assumir o controle das ações de saúde preventiva e curativa para evitar o adoecimento e os acidentes de trabalho, muitas vezes consequências de estresse e excesso de trabalho”, completou o dirigente da Contraf-CUT.
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE 2013) apontou a ocorrência de 4.948.000 acidentes do trabalho em 2013. Na Previdência Social/INSS foram registrados apenas 717.911 acidentes de trabalho, considerando apenas a população de trabalhadores com carteira assinada. A diferença entre as estatísticas se deve à já conhecida subnotificação do registro de acidentes, ao tipo de dado resultante de cada pesquisa, e à baixa taxa de formalização do emprego.
A categoria bancária figura entre os ramos de atividade com as mais altas taxas de acidentes do trabalho do país. De 2012 a 2016 foram 20.414 afastamentos por acidentes do trabalho conforme dados do Ministério Público do Trabalho.
As estatísticas atuais e pesquisas acadêmicas demonstram que os casos de transtornos mentais entre os bancários, vêm se agravando a cada dia e estão vinculados à organização do trabalho. As exigências progressivas de metas, controles permanentes de produtividade, formas abusivas de gestão, práticas de assédio moral e sobrecarga de trabalho, figuram entre as principais causas de sofrimento psicológico na categoria.
Assuma o Controle – A Saúde é Sua!
A ideia da campanha surgiu no começo de 2017 em uma reunião do Coletivo Nacional da Contraf-CUT de Saúde do(a) Trabalhador(a). O desafio é fazer com o que a campanha reflita todo o debate acumulado nos últimos anos sobre o tema pela Contraf-CUT, enfatizando a saúde do trabalhador como direito humano fundamental e inalienável.
O mote foi elaborado a partir de duas campanhas de sucesso já desenvolvidas pelos sindicatos dos bancários de São Paulo e do Rio de Janeiro: “Assuma o Controle” e “A Saúde é Sua”, respectivamente.
“Assuma o Controle”
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região lançou sua campanha no começo de 2016. O objetivo é o de que os bancários assumam o controle de sua saúde e não a deleguem a terceiros.
“É preciso mudar a maneira que os bancos se relacionam com seus funcionários, principalmente no que se refere à cobrança de resultados. Essa é a principal causa do adoecimento dos trabalhadores. Estes, por sua vez, precisam entender que são detentores de direitos e que, se se submeterem aos bancos e seus médicos do trabalho, pode não ser a melhor alternativa para alcançar seus objetivos. Ceder às pressões pode até leva-los a atingir as metas, mas, agora ou mais tarde, pode causar seu afastamento por problemas de saúde”, explicou Dionísio Reis, que ocupava a Secretaria de Saúde e Condições de Trabalho do Seeb/São Paulo quando a campanha foi lançada. A campanha está em andamento e continua dialogando com os bancários.
“A Saúde é Sua”
O projeto elaborado pelo Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro (Seeb/Rio de Janeiro) possui uma página no Facebook, que vem demonstrando ser uma excelente ferramenta de relacionamento com a categoria e com a sociedade sobre a saúde do trabalhador.
“São publicados textos e vídeos com respostas às perguntas mais frequentes feitas pelos bancários que procuram o sindicato, questões relativas a seus direitos, esclarecimentos sobre as cláusulas da Convenção Coletiva e também sobre o embate nacional que é travado diariamente para avançar na luta ou mesmo impedir que os legisladores, o patronato e o Poder Executivo prejudiquem os trabalhadores”, ressaltou Gilberto Leal, secretário de Saúde do Seeb/Rio de Janeiro.
Paralelamente, a Contraf-CUT negocia com os bancos e com a Fenaban nas mesas de negociações permanentes e nas reuniões com Comando Nacional do Bancários melhorias nas relações de trabalho, nos procedimentos de cobrança de resultados e de afastamento e retorno ao trabalho devido a problemas de saúde. “As negociações sempre são muito duras. Os bancos são muito reticentes às alterações que beneficiem os trabalhadores. Temos que martelar muito tempo até conseguir algum avanço. Mas, neste ano, como não precisamos negociar reajustes salariais, nos vales refeição e alimentação, nem na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), pudemos aprofundar as negociações sobre estes temas e estamos bastantes otimistas”, explicou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.
Na Campanha Nacional de 2016, a categoria conquistou um acordo de dois anos com a Fenaban, que garantiu aos bancários, mesmo neste momento de crise ataque aos direitos dos trabalhadores, o reajuste do INPC mais 1% de aumento real sobre o salário, vales refeição e alimentação e sobre a PLR.
Objetivos
“A campanha é também uma forma de a categoria se precaver contra a postura dos bancos, que ocultam os índices de adoecimento, os riscos do ambiente de trabalho, negam-se a discutir suas causas, inviabilizar a participação dos trabalhadores e de seus representantes na definição das metas e na elaboração de políticas de prevenção, proteção e recuperação de sua saúde” afirmou o secretário de Saúde da Contraf-CUT.
A campanha nacional “Assuma o Controle - A Saúde é Sua” tem os seguintes objetivos:
  • Informar aos trabalhadores quais são os riscos da atividade profissional dos bancários;
  • Orientar os trabalhadores a não se submeter exclusivamente ao médico do trabalho do banco, que via de regra, atende apenas aos interesses patronais e seguir as orientações do médico de sua confiança;
  • Estimular a participação dos trabalhadores na defesa e proteção de sua saúde exigindo relações interpessoais que se pautem pelo respeito mútuo;
  • Conscientizar que o descanso é um direito dos trabalhadores e fator fundamental na preservação de sua saúde;
  • Mobilizar e organizar os trabalhadores nos locais de trabalho a fim de garantir o respeito a preservação e tratamento de sua saúde;
  • Ampliar e fortalecer o debate sobre condições de trabalho visando a elaboração e estabelecimento de políticas de prevenção e proteção à saúde dos trabalhadores.
Fonte: Contraf-CUT

Ciro resume o Golpe: 0,4% para investir e 11% para os rentistas

Ciro Gomes - Congresso da CSB



Numa palestra para sindicalistas, Ciro Gomes fez uma síntese implacável desse "governo" de açougueiros (...) 0,4% de investimento e 11% do PIB para pagar as dez mil famílias de rentistas que vivem dos juros escorchantes que o Banco Central fixa.
(...)
PHA

Fonte: Conversa Afiada







Conferência Nacional dos Bancários começa nesta sexta-feira

O evento terá como mote principal “Lutar, defender e garantir. Nenhum direito a menos!”




Com o mote “Lutar, defender e garantir. Nenhum direito a menos!”, a 19ª Conferência Nacional dos Bancários começa nesta sexta-feira (28), no hotel Holiday Inn, em São Paulo. Até o dia 31 de julho, 696 bancários, entre delegados, membros do Comando Nacional dos Bancários e observadores vão debater as ações para a difícil conjuntura nacional que se apresenta.
“Temos que lutar em defesa dos bancos públicos, contra a Reforma Trabalhista, contra a Reforma da Previdência e contra a digitalização do sistema financeiro. Vamos sair com um plano de lutas, que será nossa pauta de reivindicação contra a alteração de pontos fundamentais da CLT, que protegeu a classe trabalhadora durante muito tempo”, afirmou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.
Nova Friburgo e Região: Representarão os bancários de nossa base nesta 19° Conferência os dirigentes Luiz Claudio Martins Queiroz, Mariza Teixeira Pereira e Max José Neves Bezerra.


Reestruturação e PDVE escancaram projeto para desmontar a Caixa

Por meio de mais um plano de demissão, direção do banco quer desligar até 5.480 trabalhadores. Estão preveem a extinção de filiais e a migração de empregados





Os ataques à Caixa Econômica Federal e aos seus empregados não cessam. O mais recente ocorreu no ultimo dia 17/07, quando a direção do banco divulgou medidas relacionadas à reestruturação que preveem a extinção de filiais e a migração de trabalhadores, entre outras. Outra mudança foi a realizada no normativo RH 205, ampliando o programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) para todos os bancários e bancárias com função.
Também nesta segunda começou o prazo para aderir ao Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE), cujo anúncio de reabertura ocorreu na sexta-feira (14). O objetivo é reduzir o quadro de pessoal em até 5.480 empregados. Somados aos cerca de 4.600 que se desligaram no primeiro semestre de 2017, poderão ser 10 mil trabalhadores a menos nas unidades de todo o país, em um prazo de poucos meses.
“Está mais escancarado a cada dia o projeto em curso para desmontar a Caixa, que chegou a ter 101 mil empregados em 2014 e agora terá menos de 90 mil. Com menos trabalhadores, agências e áreas meio são fechadas. Quadro de pessoal e estrutura menores resultam em atuação menor da empresa. E tudo isso justifica novas reduções e demissões. No final desse círculo vicioso, acaba-se com um banco forte e comprometido com o país e os brasileiros. É a volta do projeto da década de 90”, aponta o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira.
De acordo com a mensagem enviada a toda a categoria, as mudanças que integram o processo de reestruturação estão concentradas nas Vice-Presidências de Logística (VILOG), Governo (VIGOV), Habitação (VIHAB), Fundos de Governo (VIFUG), Finanças e Controladoria (VIFIC), Gestão de Pessoa (VIPES) e Tecnologia da Informação (VITEC). Processos relacionados a FGTS, repasses, programas sociais e habitação, justamente entre os mais demandados pela população, estão entre os que serão impactados diretamente.
Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), observa que a direção da Caixa se comprometeu a discutir reestruturação na mesa permanente antes de qualquer implementação. “Não houve negociação com os representantes dos trabalhadores, o mesmo em relação à volta do PDVE. A estratégia é clara: gerar um clima de terror nas unidades a fim de que mais colegas decidam sair do banco. Já solicitamos uma reunião para tratar desses e outros assuntos com a empresa”, afirma.
Rita Serrano, coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, avalia que o projeto do atual governo é privatizar as empresas públicas. “No caso da Caixa, o modelo passa pelo fatiamento, com privatização das operações, seguros, loterias, cartões. O Tesouro afirma que não irá capitalizar o banco, e em consequência a Caixa diminuirá o crédito e os investimentos no desenvolvimento do Brasil. Ampliar os cortes na estrutura em RH estão dentro dessa lógica. Vamos arregaçar as mangas e lutar sem trégua”, garante.
Fonte: Fenae
Palavra do Presidente
"É a volta do projeto da década de 90" de privatizar e entregar nosso patrimônio a preço de banana (olha que a banana está cara) para o mercado, preferencialmente para os Estados Unidos. 
Os partidos e políticos  da base do (des)governo golpistas não possuem projetos  para o Brasil e seu povo. Eles têm compromisso com o capital e são descendentes diretos dos donos das capitanias hereditárias, dos "senhores' de engenho, dos barões, da UDN e e da ARENA.
Não querem um país soberano, mas capacho. Submisso!
Porque soberania  tem tudo haver com emancipação. Com cidadania que é um projeto a longo prazo em educação e saúde que num breve momento da nossa recente história, ousaram fazer, mas que foi interrompido por um golpe midiático, político e jurídico. 



terça-feira, 25 de julho de 2017

1ª CORRIDA e CAMINHADA DOS BANCÁRIOS “CORRENDO CONTRA AS REFORMAS”



06 de agosto – 9 horas
Sede Campestre dos Bancários
Campo do Coelho – Nova Friburgo – RJ


5 Km    -     CORRA OU ANDE
Troféus para os 03 primeiros -  masculinos e femininos
Medalhas para todos, entregue no pódio, de acordo com a classificação na faixa etária.
Camisas para os 100 primeiros inscritos

Inscrições público em geral: R$30,00
PRODESPORTE – Almirante Barroso, 5, Centro, Nova Friburgo – Tel. 2523 0613
        Inscrições bancários e bancárias: R$20,00
NO SINDICATO – Praça Dermeval B. Moreira, 202 – Tel. 2522 7264


VAMOS PARTICIPAR GALERA!!!

Golpistas preparam demissões em massa!

"Eu vejo o futuro repetir o passado" Cazuza


Do Estado de São Paulo

Em dificuldades para fechar as contas, o governo vai lançar até o final do mês um programa de demissão voluntária (PDV) para servidores federais do Poder Executivo, segundo informou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, ao Estadão/Broadcast. A ideia é oferecer aos interessados até 1,5 salário por ano trabalhado. Uma Medida Provisória (MP) deve ser editada entre hoje e amanhã para estabelecer as normas do programa. A expectativa do governo, segundo Oliveira, é de uma economia de R$ 1 bilhão por ano.

O cálculo inicial do ministro é de que cerca de 5 mil servidores façam a adesão – ou seja, aproximadamente 1% do contingente de servidores. É uma quantidade parecida ao PDV lançado durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

(...)


Da Folha (nos  desastrosos tempos do Tucanos)

O Tesouro já autorizou a CEF a emprestar mais R$ 200 milhões para demissão de mais 17 mil.

A demissão de servidores faz parte dos programas de ajuste fiscal fechados pelo governo com 17 Estados, mas que ainda não foram implementados por todos. O objetivo é reduzir o déficit público.

(...)


O presidente Fernando Henrique Cardoso atacou os adversários da reforma administrativa -"a velharia que ainda domina setores do pensamento brasileiro". FHC discursou na solenidade de lançamento dos projetos estratégicos do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade 1996-1998. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/9/18/brasil/35.html


Palavra do Presidente

Para os eternos entreguistas, atuais golpistas, déficit público significa acabar com o estado e privatizar tudo o que for possível.

O caos na saúde, educação e segurança é proposital. É um projeto de governo dos mesmos que aí estão há 500 anos que fatiaram e desmontaram o estado para se perpetuarem no poder através das concessões e conchavos.

"Velharia" são os nosso direitos, o "moderno" é a reforma trabalhista, a terceirização. É trabalhar até morrer ou morrer trabalhando como proposto no texto da reforma da previdência. É um (des)governo permitir que o trabalho escravo, infantil e degradante se torne normal.

A guerra de classe está posta. e como operáriose operárias é nosso dever  combater estes que  nos atacam e cinicamente querem falar por nós.

Não passarão! É luta! eleições diretas já! O povo que decide!


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Governo suspende fiscalização contra trabalho escravo e infantil



Enquanto Michel Temer faz gastos bilionários com emendas parlamentares, a fiscalização do Ministério do Trabalho contra o trabalho escravo e o trabalho infantil vai parar em todo o país a partir de meados de agosto.



As ações de fiscalização do Ministério do Trabalho contra o trabalho escravo e o trabalho infantil irão parar em todo o país a partir de agosto. A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

De acordo com a publicação, o contingenciamento imposto pelo governo federal impedirá, por exemplo, que seja comprado combustível para os carros. Assim, nenhum fiscal poderá ir a campo fazer inspeções ou flagrantes.

A fiscalização de condições degradantes de trabalho no campo e em obras também será interrompida pela pasta.



Palavra do Presidente

Foi para chegar justamente a este ponto que golpearam a democracia. 

O golpe nunca foi contra a corrupção, mas para manter e aumentar o privilégios de poucos (a elite, 1%) e retirar o direito de todos (classe operária, 99%).

O golpe significa tudo para as empresas e para o capital e migalhas, se sobrar, para os trabalhadores.

A reforma trabalhista aprovada pelos golpistas é o retorno à escravidão.

Terceirização, Reforma Trabalhista, Reforma da Previdência, as delações e a falta de provas na Lava Jato,  a entrega do Pré-Sal, o desmonte e enfraquecimento da Petrobras, BB, Caixa, Correios e das universidades públicas... Tudo faz parte do pacote do Golpe! 

O povo tem que ir para rua e cobrar o fim deste governo.

Eleições diretas já!






Itaú já tem o seu partido e aponta seus (prováveis) candidatos



Da página eletrônica - Conversa Afiada
Saiu no Estadão, em estado comatoso, entrevista com Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa, holding de investimentos do Itaúúúúúúúú:
- Quem o senhor vê como liderança (sic)?
- Tem o João Dória (aqui chamado de Prefake ou Caviar & Style), o Geraldo Alckmin (na lista de alcunhas da Odebrecht é o Santo). Antônio Carlos Magalhães Neto pode ser um bom nome para uma composiçao de chapa, com perfil mais liberal (sic), de centro (sic). Álvaro Dias é um nome de centro-esquerda (quá, quá, quá!)... Se o Brasil quiser estar entre os países desenvolvidos (ver Jessé de Souza sobre a "Elite do atraso"), precisará de uma geração de novos governos antes (como o Santo e o Álvaro...).

comentário do Presidente
Já conhecemos como os banqueiros procedem.
A imagem para mídia é uma coisa, na prática, a realidade para os trabalhadores é outra.
O que serve para Globo, serve para qualquer banqueiro.
Recordemos Brizola a seguir...