segunda-feira, 29 de julho de 2013

As principais reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2013

- Reajuste salarial de 11,93%, composto de 5% de aumento real, além da inflação projetada de 6,6%.

- PLR: três salários mais R$ 5.553,15.


- Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).


 -Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).


  -Melhores condições de trabalho
, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.


  -Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aprovação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.


 -Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.


  -Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.


  -Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.


  -Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de trabalhadores afro-descendentes.


Fonte: Contraf-CUT

Em nota oficial, CUT repudia empresariado na negociação do PL 4330

Roberto Parisotti - CUTA Central Única dos Trabalhadores repudia a falta de compromisso e seriedade dos empresários brasileiros com a construção de uma regulamentação da terceirização no Brasil.

O Projeto de Lei (PL 4330/2004), de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB/GO), representa a ampliação da precarização das relações de trabalho com uma terceirização sem limites, rebaixando salários, condições precárias de saúde e segurança, com níveis elevados de rotatividade e insegurança.


Contra o PL 4330, mobilizamos os trabalhadores e conseguimos barrar a votação na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) da Câmara Federal, conquistando uma Mesa Nacional Quadripartite para negociar uma alternativa que garantisse a preservação de direitos.


Desde o início das rodadas, o setor patronal demonstrou total falta de compromisso com a negociação na Mesa Nacional Quadripartite que, após oito rodadas de negociação, não avançou em nada!


No dia 17 de julho, fomos surpreendidos pela atitude do senador Armando Monteiro (PTB/PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de 2002 a 2010, que apresentou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado um substitutivo ao PLS 87/10, na mesma linha do PL 4330.


Visando atender exclusivamente aos interesses do empresariado, o senador traiu o princípio da boa fé no processo de negociação estabelecido na Mesa, demonstrando total desrespeito às Centrais Sindicais e à democracia, que deve ter no diálogo e na participação da sociedade, o parâmetro para a elaboração de legislação que diga respeito à relação entre patrões e empregados.


A CUT e as demais centrais sindicais procuraram estabelecer um Acordo que permitisse maior segurança jurídica nas relações de trabalho, contra a precarização do trabalho e pela manutenção dos direitos dos trabalhadores. Entretanto, a intransigência patronal inviabiliza a continuidade de um diálogo construtivo.


Vamos aumentar a pressão pela derrubada do PL 4330, ocupar o Congresso e paralisar os locais de trabalho. No dia 6 de agosto os patrões vão ouvir nossa voz! Vamos todos nos manifestar em frente às federações patronais para pressionar por nossos direitos!


CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS DOS TRABALHADORES!


São Paulo, 26 de julho de 2013.


CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES

Fonte: CUT

Cresce exposição de bancos brasileiros no exterior no primeiro trimestre

Assis Moreira
Valor Econômico

   A exposição dos bancos brasileiros no exterior teve expansão de quase US$ 5 bilhões no primeiro trimestre, de acordo com dados do Banco de Compensações Internacionais (BIS). A exposição subiu para US$ 103,3 bilhões no fim de março, ante US$ 98,4 bilhões em dezembro de 2012. O crescimento ocorreu basicamente na Europa e nos centros "offshore" (sobretudo as ilhas Cayman).

Os bancos brasileiros passaram a ter US$ 29,6 bilhões na Europa, comparados a US$ 27,7 bilhões no fim de dezembro. Nos centros "offshore", a exposição pulou de US$ 18,3 bilhões para US$ 21,1 bilhões.


Nos Estados Unidos, a exposição brasileira continua em US$ 24,5 bilhões. Na América Latina, subiu ligeiramente para US$ 26,7 bilhões, dos quais US$ 13,24 bilhões no Chile e US$ 5,9 bilhões na Argentina.


Ainda segundo o BIS, em suas estatísticas preliminares sobre o período, o Brasil recebeu US$ 38,9 bilhões de créditos internacionais entre janeiro e março, o segundo maior volume entre as economias emergentes.
,
O banco dos bancos centrais mostra mais uma vez tendências divergentes no crédito para economias desenvolvidas e para emergentes no começo do ano.


Fonte: Valor Econômico

Participação dos bancos públicos alcança 50,3% do crédito em junho

       O estoque de crédito total (livre e direcionado) nos bancos públicos cresceu 3,5% em junho em relação a maio, informou nesta sexta-feira (26) o Banco Central, somando R$ 1,272 trilhão. Com isso, as instituições estatais alcançaram participação de 50,3% nesse mercado. Em maio, era de 49,4%. No acumulado do ano, o estoque cresceu 12,2% e, em 12 meses, 29,3%.

Nas instituições privadas nacionais, o saldo recuou 0,3% ante maio, para R$ 864 bilhões. Houve aumento de 2,1% no ano e 5,3% em 12 meses. A participação recuou de 34,9% para 34,2% entre maio e junho.


Nos estrangeiros que atuam no País, o estoque subiu 0,9% no mês, para R$ 394 bilhões. No ano, avançou 1,8% . Em 12 meses, 6,7%. A participação caiu para 15,5% em junho deste ano, ante 15,7% em maio.


A inadimplência total recuou 0,1 ponto porcentual nos estatais, para 1,9%, na comparação com o mês anterior. Nos bancos privados nacionais, caiu 0,2 ponto, para 4,8%. Nos estrangeiros caiu 0,3 ponto, para 5,2%. No semestre, houve alta de 0,1 pp nos bancos públicos e queda de 0,5 pp e 0,4 pp, nos privados nacionais e estrangeiros, respectivamente.


As provisões recuaram 0,1 pp nos públicos no mês, 0,5 pp nos nacionais privados e 0,1 pp nos estrangeiros.


Fonte: Agência Estado

Campeão de demissões, Itaú é o banco que lidera reclamações no Procon

O Itaú, campeão absoluto de demissões, de lucros e de remuneração milionária aos altos executivos, é também o banco que liderou no primeiro semestre de 2013 as reclamações de consumidores do setor financeiro na Fundação Procon. A relação das 30 primeiras empresas foi divulgada pela entidade na quinta-feira, dia 25.

As instituições financeiras (bancos, cartões de crédito e financeiras) foram responsáveis por 34.971 queixas ou 28% das reclamações. O número só é inferior ao setor de telecomunicações (telefonia fixa e móvel, internet e TV por assinatura), que concentraram 39.520 queixas ou 31% do total.


A relação das três primeiras empresas inclui dois bancos: em segundo lugar, o Itaú, e em terceiro, o Bradesco. O grupo Vivo (fixo, TV e internet) liderou o levantamento feito pela entidade.


Campeão de demissões

"Esse novo título não nos surpreende, na medida em que o Itaú tem sido o campeão das demissões nos últimos anos. A dispensa de trabalhadores e o corte de empregos impactaram negativamente o atendimento aos clientes, que registraram queixas no Procon", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.


O Itaú foi o banco que mais demitiu no Brasil em 2012. Além da rotatividade, a instituição privada fechou 7.935 postos de trabalho, uma redução de 8,08% de seu quadro funcional.

Desde março de 2011 até dezembro do ano passado, o banco eliminou 13.699 empregos. E no primeiro trimestre de 2013, cortou mais 708 vagas.


Campeão de lucros

Enquanto reduz custos com folha de pagamento e piora o atendimento aos clientes, o lucro líquido recorrente do Itaú foi recorde no ano passado e atingiu R$ 14,043 bilhões.


Campeão em remuneração dos altos executivos

Como se não bastasse, o Itaú foi também campeão em remuneração milionária dos altos executivos, superando o Santander e o Bradesco, que também pagam milhões de reais por ano para o alto escalão.


Segundo levantamento do Dieese, com base em dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cada diretor do Itaú ganhou, em média, R$ 9,05 milhões em 2012, mais do que o do Santander, que recebeu R$ 5,63 milhões e o do Bradesco, que embolsou R$ 5,01 bilhões. 


Enquanto isso, o bancário do piso salarial recebeu apenas R$ 38,64 mil no ano passado. 

Pode?

Isso significa que um diretor do Itaú ganhou, em média, 234,27 vezes mais que um funcionário recebe com o piso. No Santander, o executivo ganhou 145,67 vezes o piso.


"Trata-se de um modelo perverso, que escancara a falta de distribuição de renda no setor financeiro e que não pode continuar. Não é à toa que o Brasil é o 12º país com a maior concentração de renda do mundo", destaca Cordeiro.


Cadê a responsabilidade social?

"Está na hora de o Itaú, assim como os demais bancos privados, passar a oferecer contrapartidas para os trabalhadores e a sociedade, como o fim das demissões e da política de rotatividade, mais contratações, plano de cargos e salários e melhores condições de trabalho, bem como atendimento de qualidade para os clientes com mais crédito e redução dos juros e das tarifas", defende o presidente da Contraf-CUT.


"Além de crescimento, o Brasil precisa de desenvolvimento econômico e social, bem como de políticas de distribuição de renda e de justiça social", aponta Cordeiro.


Fonte: Contraf-CUT com UOL

Comando Nacional entrega pautas específicas para BB e Caixa no dia 30


  O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, entrega na próxima terça-feira (30), às 11h, as pautas de reivindicações específicas dos trabalhadores para o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. As minutas serão apresentadas aos dois bancos públicos logo após a entrega da pauta geral de reivindicações dos bancários para a Fenaban, que acontece no mesmo horário, em São Paulo.

Seguindo o modelo de campanha nacional unificada, as negociações com o BB e a Caixa serão realizadas de forma concomitante com a negociação da categoria com a Fenaban.

A mesa de negociação com os dois bancos públicos é coordenada pela Comando Nacional, com a assessoria da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), ambas integradas por representantes de federações e sindicatos.


Banco do Brasil

O 24º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil aprovou a pauta específica centrada no combate ao plano de funções comissionadas, ao assédio moral, às práticas antissindicais e às péssimas condições de trabalho.


"Temos propostas que buscam resolver problemas do funcionalismo nas mais diversas áreas, como saúde e previdência, em que reivindicamos a isonomia de tratamento e o direito de todos na Cassi e na Previ", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.


Segundo o dirigente sindical, também foram aprovadas propostas para melhorar as condições de trabalho, combater o fim das metas e o adoecimento que toma conta nos locais de trabalho no banco.


"Precisamos reverter nesta Campanha Nacional os prejuízos advindos da implantação unilateral do plano de funções que reduziu salários e não está respeitando a jornada correta dos bancários de 6h para todos. Os bancos públicos podem resolver diversos problemas internos e avançar nas mesas concomitantes, antes mesmo de finalizarmos as renovações dos direitos gerais da Convenção Coletiva de Trabalho", ressalta William.


Caixa

Os empregados da Caixa aprovaram no 29º Congresso Nacional dos Empregados(Conecef) a pauta específica com reivindicações que envolvem Saúde do trabalhador, condições de trabalho e Saúde Caixa, segurança bancária, carreira e condições de funcionamento das agências, papel social da Caixa, contratação, isonomia, Sipon e jornada de trabalho, e questões que tratam da Funcef e aposentados.


"São demandas dos empregados que precisam ser atendidas pela Caixa. Todas são muito importantes, mas especialmente a melhoria das condições de trabalho, mais contratações, isonomia, plano de saúde e Funcef. Agora o que vale é a mobilização, que começa com a participação nas reuniões em cada local de trabalho para fazer a diferença e garantir novos avanços e conquistas gerais e específicas", salienta Jair Ferreira, coordenador da CEE/Caixa.


Fonte: Contraf-CUT

CUT apoia veto de Dilma que mantém multa adicional de 10% do FGTS

A presidenta Dilma Rousseff atendeu pedido da CUT e manteve a multa adicional de 10% sobre o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em caso de demissão sem justa causa. O veto ao Projeto de Lei Complementar 200/12 que extinguia a multa foi publicado na quinta-feira (25) no Diário Oficial da União.

A Central Única dos Trabalhadores já havia enviado solicitação oficial à presidenta Dilma para que a matéria fosse vetada. No documento, também assinado pela CGTB, a CUT exige a manutenção dos 10% e argumenta que esse custo já foi incorporado e repassado pelas empresas aos produtos e que a desoneração não resultaria em redução de preços ao consumidor. A Central também pediu à Dilma que os recursos do Fundo sejam integralmente aplicados na execução de projetos sociais.


Segundo o governo federal, a extinção da cobrança causaria impacto de R$ 3 bilhões ao FGTS e levaria à redução de investimentos em importantes programas sociais e em ações estratégicas de infraestrutura, como o Programa Minha Casa, Minha Vida, cujos beneficiários são majoritariamente os correntistas do FGTS


A multa de 10% do FGTS foi derrubada no Congresso Nacional no início deste mês, por força da grande pressão de empresários. O projeto extinguia a multa a partir de junho deste ano.


Na votação final do projeto na Câmara, PT, PC do B e PSOL votaram pela derrubada do texto. O projeto vetado havia sido aprovado com 315 votos favoráveis, 95 contrários e uma abstenção.


DESDE 2001

A contribuição de 10% foi incorporada em 2001 à multa de 40% do FGTS e é paga pelas empresas ao governo e não ao trabalhador (a) para tentar equilibrar a correção dos saldos das contas individuais do FGTS, decorrente dos planos Verão e Collor, e o patrimônio do fundo.


Fonte: CUT

FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO DO DIA DOS BANCÁRIOS



Sábado, 24 de agosto a partir das 11 horas até às 17:00 horas
Local: Sede Campestre (Estrada de Sant’Ana S/N, Campo do Coelho)


Companheiros(as) como nos anos anteriores, a Direção da Entidade aproveita a ocasião para solicitar doações para realizar uma campanha de caridade. Como nos anos anteriores, daremos continuidade na CAMPANHA DO LEITE EM PÓ.
Portanto, o convite/passaporte para festa será a DOAÇÃO de 01 (uma) LATA DE LEITE EM PÓ (400g) para os(as) associados(as), aposentados(as) e seus dependentes. Os(As) solteiros(as) podem levar um(a) acompanhante.
A contribuição do convite dos(das) bancários(as) NÃO ASSOCIADOS(AS) aos SEEB – Nova Friburgo e demais trabalhadores dos estabelecimentos bancários e seus dependentes será de R$ 50,00 (cinquenta reais) por pessoa.
OBS: São considerados dependentes; os cônjuges, filhos/as e enteados/as menores de 21 anos.
Como retirar o convite
Como nos anos anteriores, os convites serão retirados diretamente na Secretaria do Sindicato (Praça Dermeval Barbosa Moreira, 28, salas 202/203/204. Centro, Nova Friburgo) de 05 a 21 de agosto até as 18 horas.
ATENÇÃO: Este ano teremos uma novidade. Os convites serão identificados no verso com o nome completo e número de identidade obrigatório para os maiores de 18 anos.
Calendário para entrega dos convites
16/08 - Cachoeiras de Macacu
19/08 - Olaria e Ceasa
20/08 - Conselheiro Paulino e Bom Jardim
21/08 - Cordeiro e Cantagalo
E demais cidades entre em contato com o Sindicato.


Mais informações pelo telefone do Sindicato – 2522-7264 das 10hs às 17hs