sexta-feira, 12 de julho de 2013

Começa neste sábado eleição na Fundação Itaú. Contraf-CUT apoia Chapa 1

Começa nesta sábado 13 de julho a eleição para a Fundação Itaú Unibanco, que abriga os diversos planos de previdência complementar da instituição financeira. A votação, que até às 18h de 22 de julho, definirá a nova representação dos participantes no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal e nos Comitês de Planos.

A Contraf-CUT apoia a Chapa 1 Convicção e Experiência na eleição dos participantes da ativa. E também dá apoio à Chapa 1 União e Determinação, dos participantes aposentados.


"Apoiamos a Chapa 1 porque ela é formada por companheiros e companheiras indicados pelo movimento sindical. Alguns participam da eleição pela primeira vez e outros já têm experiência na direção da Fundação Itaú-Unibanco e são os principais responsáveis pelas mudanças dos últimos oito anos que melhoraram os benefícios dos participantes", afirma Jair Alves, da coordenação da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú.


Todos os participantes (ativos, autopatrocinados, optantes pelo BPD e assistidos) poderão votar de duas formas: pelo sistema eletrônico no site da entidade (www.fundacaoitauunibanco.com.br) ou por telefone, com senha que será enviada por correio aos participantes.


Além da Chapa 1 Convicção e Experiência, a Contraf-CUT também apoia candidatos avulsos aos Comitês de Gestão de todos os planos da Fundação Itaú-Unibanco. Confira abaixo a relação dos candidatos:


Conselho Deliberativo

Efetivos
Érica Monteiro de Godoy
André Luís Rodrigues


Suplentes
Carlos Maurício de Oliveira
Cesar Gomes Caldana


Conselho Fiscal

Efetivos
Mauri Sérgio Martins de Souza
Ted Silvino Ferreira


Suplentes
José Ribamar Don Pacheco
Onísio Paulo Machado


Comitês de Gestão dos planos

Franprev - Adriano Campos Rodrigues
Plano Itaubanco CD - Darci Torres Medina (Lobão)
PAC - Marcelo Abrahão
Futuro Inteligente e Itaubank - José do Egito Sombra
Prebeg - José Geraldo Martins
Benefícios 002 - Antônio Guimarães de Oliveira (Magaiver)

E conheça aqui os candidatos aposentados da Chapa 1 União e Determinação apoiada pela Contraf-CUT:


Conselho Deliberativo

Efetivos
Messias Caetano Neto
Eurípedes Arantes Freitas (Arantes)


Suplentes
Cleide Xavier Rocha Foureaux
Luiz Fernando Pinheiro


Conselho Fiscal

Efetivos
Pedro Armando de Araújo Faria
Silvio Caitano da Fonseca

Suplentes
Aguinaldo José do Crato
Luiz Fernando da Silva Telles


Comitês de Gestão dos planos

Franprev - Antonio Romano Ferrari
PAC - Carlos Gouveia (Carlinhos)
Futuro Inteligente e Itaubank - Henrique José Medeiros da Silva
Prebeg - Antonio Eustáquio Vieira (Eustáquio
Benefícios 002 - João da Motta Moreira Filho (Motta)


Fonte: Contraf-CUT

Manifestação pela regulamentação da mídia pede respeito à Constituição

Rede Brasil AtualCerca de mil manifestantes (estimativas não oficiais) encerraram o Dia Nacional de Lutas, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, com uma marcha pela regulamentação dos meios de comunicação através da avenida Luis Carlos Berrini, até a sede da TV Globo, em São Paulo, no fim da tarde de quinta-feira (11).

A marcha foi marcada pela diversidade de bandeiras de movimentos, sindicatos e partidos políticos, exigindo o fim da propriedade cruzada de empresas de mídia, a revogação de concessões pertencentes a políticos e a regulamentação do artigo 226 da Constituição Federal, que trata da comunicação.


O coordenador do Coletivo Brasil de Comunicação Social Intervozes, Pedro Ekman, explicou que a reivindicação é pela efetivação do que já está na Carta Magna brasileira. "A Constituição proíbe o monopólio e o oligopólio. Também proíbe a propriedade cruzada, ou seja, o mesmo dono ter emissoras de rádio e TV, revistas, jornais. Mas isso nunca foi regulamentado, não existe um conjunto de leis que explique o que fazer para impedir isso", disse.


Ekman afirmou que a escolha da Globo como alvo do protesto se deu por ela ser um símbolo de tudo que se quer transformar no sistema de comunicação do país, mas não exclui os outros grandes grupos de comunicação.


Mídia livre

Para Ekman, falar em censura quando se coloca a necessidade de regulamentar a mídia é um argumento empresarial para garantir o monopólio. "Nos Estados Unidos e na Europa há regulamentação. Temos um Projeto de Lei de iniciativa popular para democratizar a mídia que não tem uma linha que cite algum impedimento, ao contrário, proíbe absolutamente a censura prévia".


Ele criticou inclusive a postura da presidenta Dilma Rousseff, ao propor os cinco pactos após as manifestações populares de junho, que não incluem a regulamentação da mídia. "Pode se falar de tudo no Brasil, menos de democratizar a comunicação", afirmou.


Para o diretor do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, Altamiro Borges, a revolta dos manifestantes contra os meios de comunicação se dá pela própria forma como eles lidam com os acontecimentos.


"Em um primeiro momento, no início das manifestações do mês passado, muitos veículos exigiram firmeza do governo estadual e da Polícia Militar paulista contra os manifestantes. Logo em seguida, mudaram de lado, tentando pautar o movimento. As pessoas vêm aqui hoje afirmar que não se aceita mais que apenas sete famílias controlem a mídia e o que pode ou não ser dito", concluiu.


Portando faixas, cartazes e grandes bonecos representando os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL), que possuem concessões de televisão que retransmitem a TV Globo, respectivamente no Maranhão e Alagoas, os manifestantes seguiram pacificamente pela Berrini.


Alguns colavam cartazes em paredes, muros e postes com as reivindicações, enquanto outros pichavam palavras de ordem pelo caminho. Ao chegar à sede da emissora, projeções onde se lia "Globo Mente" e "Globo Sonega" foram feitas usando a fachada do prédio como tela


Processo

O "sonega" fazia referência a um processo por sonegação fiscal, que a emissora responderia na Receita Federal, por não ter declarado valores repassados à FIFA pelos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. A emissora emitiu nota na tarde de ontem em que admite a existência do processo, mas afirma ter feito um acordo para pagamento dos tributos, estando em dia com o Fisco e ameaçando tomar medidas judiciais contra quem a acusar injustamente.


Mais cedo, um grupo de manifestantes projetou um feixe luminoso verde no estúdio do jornal SPTV, que tem como fundo a ponte estaiada Otávio Frias de Oliveira, chegando a atingir o rosto do apresentador Carlos Tramontina.


"Um grupo de cerca de 400 pessoas fazem neste momento um protesto contra a TV Globo. Eles se reuniram em uma praça, na Zona Sul da cidade e caminham em direção à emissora. Os manifestantes pedem a democratização da mídia e a revisão nos contratos de concessões pública de TV. Eles gritam palavras de ordem contra a Globo. A manifestação é pacífica", relatou o jornalista durante o SPTV 2ª Edição.


Repressão

Em frente à emissora, um grupo de 20 policiais militares do Batalhão de Choque aguardava os manifestantes, portando bombas de efeito moral e armas com balas de borracha. Ao constatar que eles não estavam identificados com as tarjas que trazem os nomes no uniforme policial, alguns manifestantes começaram a gritar "ditadura" e "PM assassina".

Questionado, o comandante da tropa, que se identificou como Major Sérgio Watanabe, também sem identificação, pediu que o grupo não se ativesse a "picuinhas e detalhes". "Foi uma pequena falha no momento em que eles se equiparam. O responsável sou eu", afirmou. Não houve confronto.


Em um ato simbólico, os manifestantes rebatizaram a Ponte Estaiada Otávio Frias de Oliveira, falecido proprietário do jornal Folha de S.Paulo, com o nome do jornalista Vladimir Herzog, morto em 1975 sob tortura de agentes da repressão, no DOI-Codi paulista. À época, ele era diretor de jornalismo da TV Cultura.


Fonte: Rodrigo Gomes - Rede Brasil Atual

Com nova alta da Selic, Brasil é o segundo país do mundo em juros reais

A elevação da taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto porcentual na noite de quarta-feira, dia 10, para 8,50% ao ano, colocou o Brasil na segunda colocação do ranking de juros reais do mundo, segundo levantamento feito pelo site MoneYou, que considera as taxas praticadas em 40 países.
Considerando-se as taxas de juros atuais dessas nações, descontadas a inflação projetada para os próximos 12 meses, a taxa de juros reais brasileira, de 2,5%, está atrás apenas da China, com 2,9%.

Em termos nominais, o Brasil ocupa a terceira colocação, atrás de Venezuela e Argentina, com taxas de 15,63% e 11,38%, respectivamente.

O levantamento do MoneYou mostra ainda que, se o Comitê de Política Monetária (Copom) tivesse optado por um aumento da Selic de 1 ponto porcentual, o Brasil estaria no topo da lista dos maiores pagadores de juros reais, com 3,00%.

Em contrapartida, a opção pela manutenção do juro básico em 8,00% colocaria o País na quarta colocação do ranking, com taxa de 2,1%, atrás de Chile (2,3%) e Hungria (2,1%), além da China.


Fonte: Yahoo Finanças

Centrais sindicais avaliam mobilização e discutem continuidade nesta sexta


Gerardo Lazzari O Dia Nacional de Lutas fortaleceu o sentido de unidade entre a classe trabalhadora, chamou a atenção para pautas que são de toda a sociedade e preparou o terreno para novas manifestações, caso Congresso e governo federal insistam em manter as negociações sobre as reivindicações sem avanço. Essas foram as conclusões dos dirigentes das centrais sindicais após o encerramento de ato público na Avenida Paulista, que encerrou a mobilização desta quinta-feira (11) em São Paulo.
As centrais voltam a se reunir nesta sexta-feira (12), às 10h, na sede da Força Sindical, no centro da capital paulista, para avaliar o alcance e definir os rumos da mobilização. Novas manifestações podem ser organizadas para agosto.

Para o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, foi alcançado o objetivo de fazer chegar a Brasília as demandas que aguardam o devido tratamento por parte dos parlamentares.

"O Congresso e também o governo precisam ouvir o que aconteceu hoje nas nossas manifestações. Os trabalhadores querem o fim do fator previdenciário, a derrubada do PL 4.330, que retira direitos duramente conquistados ao liberar a terceirização, e a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, como forma de ampliar a oferta de empregos formais", resumiu.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, reforçou a unidade demonstrada pelas várias categorias profissionais que participaram de protestos por todo o país. "Conseguimos colocar a voz dos trabalhadores nas ruas, com qualidade e eficiência." Além das questões específicas que divide com a CUT e as demais centrais, Patah citou também a reforma política como essencial para atender às pressões populares.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, frisou a tranquilidade com que protestos e passeatas ocorreram. "As manifestações de junho ajudaram a quebrar preconceitos e o movimento dos trabalhadores agora é visto de maneira diferente. Quem protesta é o povo brasileiro."

Até agosto
"Quem tem responsabilidade e respeito com os trabalhadores vai entender que essas três pautas têm de ser atendidas", disse Vagner Freitas, antecipando que a CUT vai manter a mobilização e a organização dos trabalhadores em torno das bandeiras levantadas na jornada de lutas de hoje.

O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), que também indicou a possibilidade de realizar novos protestos no mês que vem, disse que, apesar das divergências entre as centrais, o Dia Nacional de Lutas mostrou grande união dos trabalhadores. "É assim que você consegue unificar a pauta que norteia as centrais sindicais. Dessa maneira conseguimos dar uma palavra de ordem para milhares de pessoas", avaliou.

Por sua vez, Atenágoras Lopes, da executiva nacional da CSP-Conlutas, disse que "essa entrada em cena dos trabalhadores, em especial o setor operário, depois que a juventude tomou as ruas no mês passado, é extremamente importante para levar as demandas dos trabalhadores e questionar a posição do governo federal". A entidade, assim como a Força, centrou parte de suas críticas à equipe econômica do governo.


Fonte: Viviane Claudino - Rede Brasil Atual


'Vencemos uma batalha na Câmara. Nesta quinta, mobilização é nas ruas'


Com o auditório tomado pelos trabalhadores, e presença maciça dos bancários, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados retirou de pauta nesta quarta-feira 10 o substitutivo do deputado Artur Maia (PMDB-BA), relator do projeto de lei do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) na Comissão, que, se aprovado, libera por completo a terceirização e precariza o emprego e os direitos dos trabalhadores no Brasil.
"Foi uma importante vitória dos trabalhadores, graças à mobilização. Quero agradecer especialmente aos bancários, às federações e sindicatos, que souberam dar mais uma grande demonstração de unidade e de mobilização na defesa dos interesses da classe trabalhadora", comemora Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
"Vencemos uma batalha, mas não a guerra. Precisamos manter a mobilização contra a precarização do trabalho, participando ativamente nesta quinta-feira 11 do Dia Nacional de Lutas convocado pelas centrais sindicais em defesa da pauta unitária da classe trabalhadora", acrescenta Cordeiro.
'Não, não, não, ao PL da escravidão'
Às 10h18, quando os deputados assumiam seus postos no plenário e na mesa da CCJC da Câmara, os trabalhadores que ocupavam o fundo e as laterais da sala começaram a gritar: "Não, não, não, ao PL da escravidão". E depois: "Terceirização é precarização". E mais: "Central Única dos Trabalhadores".
Foi quando o relator e autor do substitutivo do PL 4330, deputado Artur Maia (PMDB-BA), pediu a palavra e anunciou a retirada do projeto de lei, como parte de um acordo confirmado minutos antes do início da sessão.
O acordo estabelece a retirada do PL da pauta da CCJC e a realização de quatro reuniões semanais da mesa quatripartite (a primeira na próxima terça-feira 15 e as demais nas segundas-feiras seguintes, com data limite de 5 de agosto), formada por trabalhadores, empresários, governo e parlamentares para se tentar chegar a um acordo sobre o texto do projeto de lei.
Caso não haja entendimento, o relator, juntamente com o presidente da CCJC, deputado Décio Lima (PT/SC), definirão a nova data em que o PL entrará na pauta de votação, que poderá ser já no dia 13 de agosto.
Alcançado o objetivo, os trabalhadores deixaram o plenário da CCJC gritando em coro: "Se precarizar, o Brasil vai parar".
As principais divergências
Há quatro pontos principais de divergência entre trabalhadores e patrões na mesa quatripartite:

1. Se a terceirização deve valer para todas as atividades da empresa ou só para atividades-meio.
2. Definir se a responsabilidade da empresa contratante em relação às obrigações trabalhistas deve ser solidária ou subsidiária.
3. Garantia dos direitos trabalhistas aos terceirizados, inclusive em relação à representação sindical.
4. Terceirização no serviço público.

"Estava tudo certo para que o projeto fosse aprovado no dia 11 de maio e conseguimos impedir e criar um ambiente favorável à negociação efetiva. A partir daí, dialogamos com nossas bases e, mesmo diante de uma posição fechada do empresariado, irredutível na defesa do projeto como está, convencemos o relator sobre a insegurança jurídica do texto. Daqui para frente será nossa capacidade de organização que definirá o resultado", afirma Maria das Graças Costa, secretária de Relações de Trabalho da CUT e integrante da mesa quatripartite.
Para Miguel Pereira, secretário de Organização da Contraf-CUT e integrante do GT Terceirização da CUT, a mobilização dos bancários de todo país nesta terça e quarta em Brasília foi fundamental.
"Na visita aos gabinetes dos deputados e nas conversas com as lideranças partidárias, conseguimos reverter importantes posicionamentos e conquistar novos aliados para impedir que a precarização do trabalho seja institucionalizada, travestida da proposta de regulamentação da terceirização constante do PL 4330 e do seu substitutivo", comenta o dirigente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT


Contraf se reúne com BB dia 16 para discutir mudança na Dirao e nova GDP


A pedido da Contraf-CUT, foi marcada reunião de emergência com a direção do Banco do Brasil na terça-feira 16, em Brasília, para discutir dois temas graves e relevantes para o conjunto do funcionalismo: a reestruturação da Dirao/Gerat, que está atingindo centenas de bancários, e a nova GDP, que segundo boletim interno com entrevista do vice-presidente e do diretor da Dipes passa a incluir o resultado de metas individuais na avaliação de desempenho, mudando completamente a lógica que vigorava até então.
"O funcionalismo deve se preparar para a maior mobilização dos últimos anos pelo conjunto de ataques que vem sofrendo por parte dessa direção do banco", alerta William Mendes, diretor de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.
Primeiro foi o novo plano de funções alterando unilateralmente o direito e a remuneração dos bancários. Depois as seguidas reestruturações prejudicando milhares de funcionários com aumento da terceirização, como a recente mudança na Dirao.
 O banco mexeu nas regras da PLR módulo bônus em 2012 também de forma unilateral, mudando na rede o modelo ATB para o Sinergia, que não respeita minimamente acordos de trabalho mensuráveis semestralmente para as dependências do banco.
"E agora estabelece uma avaliação de desempenho baseada em cumprimento de metas individuais e abre perspectivas para o aumento do descomissionamento para o maior segmento de funcionários com funções, pois hoje temos cerca de 60 mil bancários que ficarão à mercê de seus gestores imediatos" critica William Mendes.
A Contraf e as entidades sindicais se reunirão com o banco para ouvir as explicações da empresa e para questionar as mudanças. "Esperamos muito envolvimento do conjunto do funcionalismo na campanha 2013 porque o banco segue piorando as condições de trabalho e desrespeitando o funcionalismo, que deveria ser tratado com o respeito que merece por lutar diariamente para ajudar o povo brasileiro como um banco público e não consegue devido às ordens e diretrizes que vêm da direção geral", conclui o coordenador da Comissão de Empresa.Fonte: Contraf-CUT



Contraf-CUT retoma negociação permanente com a Caixa nesta sexta

A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam nesta sexta-feira, dia 12, às 14h, a mesa permanente de negociações com a Caixa Econômica Federal, em Brasília.
O destaque da pauta são as condições de trabalho, alvo do Dia Nacional de Luta, realizado em 20 de junho, organizado pelas entidades sindicais, por conta do descaso com que a direção do banco lida com denúncias e notificações sobre a precariedade de instalações em suas agências e postos de atendimento.
Há ainda muitos relatos de abuso na gestão, causando pressão desmedida e assédio moral com reflexos danosos para a saúde mental e física dos empregados.
Um dos pontos a ser debatido refere-se ao assédio moral.
No mesmo dia, às 9h30, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco, se reúne na sede da Fenae para preparar os debates com a empresa. Fonte: Contraf-CUT com Fenae

quarta-feira, 10 de julho de 2013

RESULTADO DA ASSEMBLÉIA



Assembleia define participação no Dia Nacional de Lutas!!!
Ontem, 09/07, os bancários(as) reunidos em assembleia geral decidiram por participar do dia Nacional de Lutas marcado para esta quinta-feira, 11/07, proposto pela centrais sindicais.
AGENDA: 10 HORAS PROTESTO NA PORTA DA PREFEITURA COM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E SAÚDE
A PARTIR DAS 15 HORAS ATO PÚBLICO NA PRAÇA DERMEVAL BARBOSA MOREIRA.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Greve histórica dos petroleiros em plena ditadura completa 30 anos

FUPNeste mês de julho, o movimento sindical brasileiro e os petroleiros, em especial, comemoram 30 anos de um importante movimento, que ficou conhecido como a greve de 1983. Em plena ditadura militar, centenas de petroleiros cruzaram os braços para lutar contra o arrocho salarial, a manipulação do INPC, o Decreto-Lei 2.036 e contra o acordo com o FMI.

Apesar de toda a repressão policial, os petroleiros da REPLAN e da RLAM decidiram paralisar as atividades. O resultado foi a intervenção do governo no Sindicato dos Petroleiros da Bahia e demissões de centenas de trabalhadores. Em Paulínia, foram demitidos 153, e em Mataripe, 205.


A greve dos petroleiros, em 1983, tem uma grande importância histórica e contribuiu de forma decisiva para a realização da primeira greve geral durante a ditadura militar, com enfrentamento da famigerada Lei de Segurança Nacional. Neste mesmo ano, em 28 de agosto, nascia a Central Única dos Trabalhadores, a CUT, e com ela o chamado "novo sindicalismo", a partir da retomada do processo de uma maior mobilização da classe trabalhadora.


Trinta anos depois, todos os petroleiros que foram perseguidos e perderam seus empregos no confronto político com os militares foram anistiados. Na Bahia, 150 obtiveram a anistia com reparação, mas outros 55 ainda lutam e aguardam decisão para que seja feita a justiça de forma completa, com a obtenção também da reparação.


Comemorações

Para relembrar e saudar esse fato fundamental para a organização sindical dos petroleiros, os Sindipetros Bahia e Unificado-SP realizam diversas atividades ao longo desse mês de julho. Em Campinas, foi realizado no sábado, 6, um ato político, com a participação de toda a direção da FUP e diversas representações sindicais. Na Bahia, o Sindipetro está produzindo um vídeo, ouvindo em entrevistas os dirigentes demitidos, cassados e depois anistiados.


Spis: "Nem podíamos ir para casa"


Garantir que não haveria demissões foi um dos principais motivos que desencadearam a greve dos petroleiros em 1983, segundo Antonio Carlos Spis, que começou a trabalhar na Replan em 1º de junho de 1973 como auxiliar de escritório no setor de Pessoal. Num momento em que os militares amordaçavam os sindicatos e tentavam reprimir as mobilizações, os petroleiros decidiram enfrentar a ditadura e, com coragem e determinação, partiram para a greve.


O estopim foi uma carta de intenção do governo para o FMI que indicava redução de custeio de empresas, bancos e serviços públicos. A ditadura brasileira, que começou em 64, assinava cartas de intenção com o Fundo Monetário para receber aporte financeiro e nesses documentos eram determinadas condicionantes.

"Traduzimos a carta para a seguinte frase: vai ter demissão! E imediatamente começamos a mobilizar a base contra essa intenção do governo", lembra Spis. Segundo o sindicalista, não havia diálogo com a Petrobrás e a greve era, naquele momento, a única forma encontrada pelos petroleiros para serem ouvidos.

"O presidente da Petrobrás na época, que se chamava Shigeaki Ueki, nunca recebeu o sindicato e o governo nunca deu um passo sequer pra demonstrar que queria conversa com a gente. Ambos, simplesmente, ignoravam nossas reivindicações. Não nos restou alternativa", comentou Spis. A insatisfação da categoria era tão grande que a primeira assembleia para discutir a greve reuniu cerca de 450 trabalhadores e todos foram favoráveis à mobilização. "Em um momento de tensão, de ditadura, em que as pessoas tinham medo de falar, os trabalhadores não se intimidaram e demonstraram que queriam greve", recorda-se Spis.

A segunda assembleia, de acordo com ele, foi decisiva para a realização da greve. Cerca de 600 petroleiros votaram a favor da paralisação. "Decidimos iniciar a mobilização política em julho, fora da data base que é setembro, afinal de contas era uma greve de cunho político contra a ditadura", afirma o petroleiro.


Foi nos dias de preparação da greve que Spis conheceu o ex-presidente do Brasil Lula, que na época era um grande líder sindical no país. "Eu estava pintando faixa no chão, chamando a greve, e o Lula chegou e me falou: 'Isso aí dá três anos de cadeia'. Eu nem sabia quem era ele", conta, rindo, o sindicalista.


Na época, os petroleiros receberam apoio de muitos sindicatos, inclusive do dos bancários e metalúrgicos do ABC, do qual Lula era líder. Segundo Spis, os petroleiros eram vistos como uma categoria elitizada e o fato de realizarem uma greve surpreendeu a todos. "Foi uma surpresa que uma categoria estruturada, com bons salários, pudesse se rebelar. Havia uma máxima de que funcionário da Petrobrás não podia entrar em greve, já que era uma indústria especializada e com altos salários. Desconstruímos toda essa história com nossa coragem de enfrentar a ditadura", declarou.

A greve, lembra Spis, começou às 23h30 do dia 5 de junho. "Adiantamos o início da mobilização. Foi uma forma de surpreender. Articulamos esse golpe contra a polícia do Exército e os vigilantes da empresa, já que todos imaginavam que a greve começaria no turno da manhã seguinte", conta.

Durante os dias da paralisação, os grevistas se concentraram em diferentes locais. "Não podíamos ir para casa por causa da pressão da polícia, dos vigilantes e da própria família. Então, concentrávamos todo mundo primeiro no sindicato, depois em um local no Centro da cidade (teatro de arena) e, por fim, no ginásio do Taquaral. Para dar mais proteção e estrutura ao grevista, dormíamos nesses lugares", recorda Spis.


Cada dia da greve era uma aventura, de acordo com o sindicalista, principalmente por causa da pressão que existia na época. "Havia policiais no nosso encalço. Mandavam pessoas atrás da gente o tempo todo. Soltavam pela imprensa que estava todo mundo demitido. Era tudo muito difícil".


Ele lembra de um fato curioso. "Nossas mobilizações eram animadas pelo companheiro Gilberto Coelho Marques de Abreu, que sempre cantava a música do Gonzaguinha 'Desesperar Jamais'. Em uma das ocasiões apareceu um sujeito que tocava violão e começou a animar nossa festa todo final de tarde. Achávamos que ele era um trabalhador, mas, na verdade, era da polícia federal e se infiltrou no nosso grupo para nos delatar".


Os grevistas resistiram sete dias à repressão, mas não conseguiram o que queriam. "Tentamos encontrar todos os caminhos para negociação, até que não teve mais jeito. Não tínhamos mais o que fazer. Não tínhamos mais alternativa de negociação, nem canais políticos. A ditadura se fechou em copas e nos mandou o recado 'ninguém negocia'. Queríamos apenas que houvesse um posicionamento do governo ditador do Figueiredo de que não haveria demissão de pessoal, mas não conseguimos e voltamos ao trabalho".


Fonte: Contraf-CUT com FUP

ENVIEM MENSAGENS AOS DEPUTADOS DA COMISSÃO CCJC PELO NÃO AO PL 4330



PRESIDENTE

1º VICE PRESIDENTE
2º VICE PRESIDENTE
3º VICE PRESIDENTE

 TITULARES

PT


 PMDB


 PSDB

BONIFÁCIO DE ANDRADA dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br;

 PSD


 PP


 PR


 PSB


 DEM


 PDT

FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br;

 PTB


 PV/PPS


 PSC


 PCdoB


 PRB


 PTdoB


 PSL


 SUPLENTES

 PT


 PMDB


 PSDB


 PSD


 PP


 PR


 PSB


 DEM


 PDT


 PV/PPS


 PSC


 PCdoB


 PRB


 PSOL


 PTdoB